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POLÍTICA

Paulinho da força afirma 'desconhecer fatos' investigados em operação da PF

Trata-se da primeira fase da operação Lava Jato junto à Justiça Eleitoral de São Paulo, que, segundo a PF, mira em suposto caixa 2 de R$ 1,7 milhão e lavagem de dinheiro

14 julho 2020 - 11h56
Paulinho da Força afirmou que desconhece os fatos apurados e que não teve acesso à decisão que autorizou as buscas
Paulinho da Força afirmou que desconhece os fatos apurados e que não teve acesso à decisão que autorizou as buscas - (Foto: Alex Ferreira / Câmara dos Deputados)
HVM

O deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade) se manifestou sobre a operação Dark Side, da Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Eleitoral, deflagrada na manhã desta terça-feira, 14. Trata-se da primeira fase da operação Lava Jato junto à Justiça Eleitoral de São Paulo, que, segundo a PF, mira em suposto caixa 2 de R$ 1,7 milhão e lavagem de dinheiro. Agentes fizeram buscas no gabinete do parlamentar, em seu apartamento e ainda na sede da Força Sindical.

"O deputado Paulo Pereira da Silva foi alvo de mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Eleitoral de São Paulo. O parlamentar desconhece os fatos apurados e está tomando ciência da apuração pela imprensa na medida em que sequer lhe foi fornecida cópia da decisão que autorizou as buscas", diz nota publicada por Paulinho.

Paulinho da Força afirmou que desconhece os fatos apurados e que não teve acesso à decisão que autorizou as buscas. O parlamentar disse ainda que suas contas das eleições de 2010 e 2012 foram aprovadas regularmente pela Justiça Eleitoral.

"Caso os mandados digam de fato respeito a alegado caixa dois dos anos de 2010 e 2012, a partir da delação da JBS, conforme notícias veiculadas, o deputado lamenta o ocorrido na data de hoje tendo em vista que já são passados 10 anos desde os fatos apontados, sendo que suas contas das eleições de 2010 e 2012 foram aprovadas regularmente pela Justiça Eleitoral".

Por fim, o parlamentar "confia que a apuração chegará à conclusão de que os fatos trazidos não possuem nenhum fundamento".

A reportagem entrou em contato com a Força Sindical, mas não havia recebido resposta até a publicação desta matéria. O espaço está aberto para manifestações.

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