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POLÍTICA

Entrevista de Ciro a rádio de RR é encerrada por falta de luz, diz radialista

15 setembro 2018 - 12h57

Uma entrevista que o candidato a presidente Ciro Gomes (PDT) concedia a uma rádio de Roraima foi encerrada por falta de luz, disse o radialista que conduzia o programa, Getúlio Cruz, em explicação aos ouvintes, depois que a transmissão foi retomada.

A entrevista para a "Rádio Folha" começou antes do meio-dia e era transmitida ao vivo também pela página da emissora no Facebook. Em um primeiro momento, a conversa chegou a ser interrompida por causa do horário eleitoral gratuito. Na ocasião, Getúlio Cruz prometeu que seria somente uma pausa e que o candidato voltaria a falar de suas propostas depois da propaganda obrigatória.

No entanto, o horário eleitoral terminou e a entrevista de Ciro não foi retomada. Já sem o candidato no estúdio, o radialista contou que a luz foi cortada sem aviso e que isso tem ocorrido "com muita frequência". Ele, inclusive, insinuou que o corte da luz seria uma tentativa de mostrar para a população do Estado que a energia estava "no fundo do poço", para que a nova empresa responsável pela distribuição aparecesse como "salvadora da pátria".

Ciro Gomes só teve tempo de falar sobre algumas de suas propostas para a economia, com o programa para tirar brasileiros da lista de endividados do SPC. Não chegou a comentar, por exemplo, a crise migratória envolvendo a fronteira da Venezuela com a do Brasil, que atinge especialmente o Estado de Roraima.

Em entrevista publicada no site da "Folha de Boa Vista", que faz parte do mesmo grupo de comunicação da rádio, o candidato defendeu que a questão é um problema do governo federal. "Não é razoável que o povo de Roraima enfrente sozinho, pois isso é um problema nacional que o governo federal tem que se antecipar e dar guarida a esses irmãos que estão perdendo não só a casa, mas a sua própria pátria", reafirmou.

Ciro disse também ao site que o Brasil não pode se omitir diante das alternativas para geração de energia e permitir que Roraima continue dependente do Linhão de Guri na Venezuela. "Não podemos ficar dependendo da oferta de energia da Venezuela, não que ela não seja parceira, mas temos que explorar as alternativas. Hoje as possibilidades existem e vamos estudar o melhor caminho", afirmou, ao ressaltar que estudos sobre a implementação da geração de energia por meio de base Eólica, Solar e Biomassa estão em andamento pela equipe técnica dele.

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