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DÉFICIT DA PREVIDÊNCIA

Deputado Amarildo Cruz e representantes de classes discutem o Déficit da Previdência em MS

Sob a alegação de reduzir o déficit da Previdência em Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado pretende implantar uma Reforma Previdenciária que, se aprovada pela Assembleia Legislativa

14 Novembro 2017 - 09h50Da Redação
Queremos debater amplamente esse assunto para que essa questão que pode causar grandes prejuízos aos servidores públicos de Mato Grosso do Sul seja resolvido da melhor forma possível, pontuou.
Queremos debater amplamente esse assunto para que essa questão que pode causar grandes prejuízos aos servidores públicos de Mato Grosso do Sul seja resolvido da melhor forma possível", pontuou. - Divulgação

Sob a alegação de reduzir o déficit da Previdência em Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado pretende implantar uma Reforma Previdenciária que, se aprovada pela Assembleia Legislativa, impactará negativa e diretamente a vida dos mais de 70 mil servidores públicos estaduais, entre ativos, inativos e pensionistas.

Para discutir o assunto, o deputado estadual Amarildo Cruz (PT), em parceria com a Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems) e o Fórum dos Servidores Públicos Estaduais, realiza hoje, dia 14 de novembro, a audiência pública "Déficit da Previdência - Sem Transparência, o Servidor Paga Essa Conta!". O evento terá início às 13h30, na sede da Fetems, em Campo Grande.

 "Os servidores públicos de todos os segmentos estão insatisfeitos com a proposta do Executivo, que mais uma vez, quer jogar essa conta salgada da previdência no colo dos trabalhadores", comentou o deputado que defende mais transparência no cálculo apresentado pelo governo. "O governo divulga um déficit da previdência no Estado de R$ 1,2 bilhão, mas não mostra como essa conta é feita.Queremos debater amplamente esse assunto para que essa questão que pode causar grandes prejuízos aos servidores públicos de Mato Grosso do Sul seja resolvido da melhor forma possível", pontuou.

O presidente da Fetems, Jaime Teixeira afirma que a entidade é totalmente contra a aprovação de qualquer projeto que não tenha sido discutido com as partes envolvidas. "A FETEMS não apoia nenhum projeto sem discutir antes. Não deixaremos passar na Assembleia Legislativa. É evidente que aumentou o número de aposentados e temos preocupação com nossa aposentadoria, mas não podemos aceitar uma Reforma Previdenciária que vem arrebentado com tudo", disse.

"Os representantes do Fórum dos Servidores enxergam com profunda desconfiança a proposição do governo sem antes dialogar com os servidores e em misturar uma previdência altamente superavitária (segregação de massa) com o plano antigo, buscando na verdade absorver milhões da Previdência para gastos em outras áreas, sendo que no sistema atual em poucos anos o déficit estaria solucionado. Além disso, o aumento da alíquota previdenciária patronal e dos servidores anula o ínfimo reajuste salarial concedido neste ano, provocando o reajuste zero no ano que vem", pontuou  Fabiano Reis, presidente do Sindijus.

Proposta

O projeto do governo estadual enviado para apreciação dos deputados estaduais inclui o aumento da alíquota de contribuição de todos os segurados de 11% para 14% e do patronal de 22% para 28%, a criação da Previdência Complementar ao RPPS, revisão dos planos financeiro e previdenciário e a sistematização (desfazimento da segregação das massas e reunificação do RPPS em um plano único).

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