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POLÍTICA

Dano à Secretaria de Administração Penitenciária do Rio pode chegar a R$ 23,4 mi

13 março 2018 - 11h51

A Operação Pão Nosso, deflagrada nesta terça-feira, 13, pela força-tarefa da Lava Jato, a pedido do Ministério Público Federal, a Receita Federal e o Ministério Público Estadual, está cumprindo 16 mandados de prisões preventiva e temporária, em 28 locais diversos. Até a publicação desta matéria, pelo menos sete pessoas haviam sido presas, entre elas o delegado da Polícia Civil Marcelo Luiz Santos Martins e o ex-secretário de Administração Penitenciária César Rubens de Carvalho.

De acordo com o procurador Eduardo Santos de Carvalho, do Ministério Público do Rio, o objetivo é investigar crimes de corrupção, evasão de divisas e lavagem de dinheiro em contratos fraudulentos da Secretaria de Administração Penitenciária do Rio com empresas de Felipe Paiva, para o fornecimento de lanches aos presídios, por meio do projeto Pão-Escola, de ressocialização de presos. As empresas forneciam as refeições aos presídios a preços acima do mercado.

Os investigadores estimam que o dano causado à secretaria seja de R$ 23,4 milhões. Com o esquema, Felipe Paiva teria lavado pelo menos R$ 73,5 milhões. Investiga-se também o desvio de R$ 300 mil em bitcoins, em quatro remessas para o exterior.

O patrimônio do então secretario César Rubens de Carvalho, que foi preso nesta manhã, aumentou pelo menos dez vezes, informaram os investigadores. Parte da propina recebida pela Secretaria de Administração Penitenciária do Rio (SEAP) era repassada ao ex-governador Sérgio Cabral (MDB), que já está preso por outros crimes. O empresário Felipe Paiva, de acordo com a força-tarefa, se encontra em Portugal e não foi preso.

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