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RESSOCIALIZAÇÃO

Cerca de 36% dos presidiários do MS estão trabalhando para reduzir a pena

Atualmente são 7.143 detentos desempenhando atividades remuneradas e não remuneradas nos regimes fechado, semiaberto e aberto, ou seja, cerca de 36,8%

10 dezembro 2019 - 07h30
Os convênios são firmados com órgãos públicos e empresas privadas através do setor de Divisão de Trabalho da Agência de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), totalizando 195 parcerias realizadas que utilizam mão de obra prisional
Os convênios são firmados com órgãos públicos e empresas privadas através do setor de Divisão de Trabalho da Agência de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), totalizando 195 parcerias realizadas que utilizam mão de obra prisional - Foto: Ilustração
HVM

Mato Grosso do Sul está entre os estados brasileiros que possui um dos maiores índices de presos trabalhando para reduzir a pena, segundo dados do Sistema de Informações Penitenciárias (Infopen). Atualmente aproximadamente 36,8% da massa carcerária trabalhando, número que supera em mais de 10% a média nacional.

Atualmente são 7.143 detentos desempenhando atividades remuneradas e não remuneradas nos regimes fechado, semiaberto e aberto, ou seja, cerca de 36,8%.

Os convênios são firmados com órgãos públicos e empresas privadas através do setor de Divisão de Trabalho da Agência de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), totalizando 195 parcerias realizadas que utilizam mão de obra prisional. As vagas surgem desde os regimes fechados, onde empresas parceiras instalam sua linha de produção dentro das próprias unidades prisionais, até parcerias nos regimes aberto e semiaberto, com diversas oportunidades de emprego dentro e fora dos presídios.

Para exercer atividade laboral, o interno deve estar no mínimo há seis meses na unidade prisional. Além disso, também são avaliados quesitos importantes como bom comportamento, habilidade e conhecimento, análises que são realizadas pela Comissão de Tratamento e Classificação (CTC), formada por psicólogos, assistentes sociais e chefia de disciplina, além da própria chefia do trabalho e da direção do presídio.

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