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RIO GRANDE DO NORTE

Ministro da Defesa diz que ordem foi restaurada nas ruas do Rio Grande do Norte

Raul Jungmann fez balanço da atuação das Forças Armadas no estado e afirmou que o quadro de violência está sob controle

2 janeiro 2018 - 11h47Agência Brasil
De acordo com o chefe do Estado Maior das Operações Guararapes, a Potiguar III, tenente coronel Igor Lessa Pasinato, foram coordenadas cerca de 380 ações, entre patrulhamentos e rondas
De acordo com o chefe do Estado Maior das Operações Guararapes, a Potiguar III, tenente coronel Igor Lessa Pasinato, foram coordenadas cerca de 380 ações, entre patrulhamentos e rondas - Foto: Ministério da Defesa

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, apresentou, nessa segunda-feira (1º), um balanço dos três primeiros dias da Operação de Garantia da Lei da Ordem em Natal, capital do Rio Grande do Norte. A operação Potiguar III começou na sexta-feira (29), na região metropolitana da cidade, e contou com cerca de 2,8 mil homens.

Desde o início da greve de policias militares, civis e bombeiros no dia 19 de dezembro, até as primeiras horas do domingo (31), 94 mortes haviam sido registradas no estado.

Segundo o levantamento, com o início da operação das Forças Armadas, na sexta-feira foram contabilizadas 18 mortes na cidade. O número caiu para 11 no sábado (30), para duas mortes no domingo (31) e uma na madrugada do dia 1º de janeiro.

“Nós prometemos trazer tranquilidade, trouxemos. Nós prometemos restaurar a ordem, ela está restaurada. Nós prometemos garantir as vidas dos potiguares, elas foram asseguradas”, disse Jungmann.

De acordo com o chefe do Estado Maior das Operações Guararapes, a Potiguar III, tenente coronel Igor Lessa Pasinato, foram coordenadas cerca de 380 ações, entre patrulhamentos e rondas. Na noite do dia 31, mais de 90 viaturas com militares estavam nas ruas.

Raul Jungmann lembrou que a permanência das Forças Armadas no Rio Grande do Norte é temporária e que a garantia da segurança pública é uma responsabilidade do governo do estado.

“As Forças Armadas não podem ficar permanentemente, nem aqui, nem em nenhum outro estado. Primeiro porque a Constituição não permite. Existe um prazo para que nós possamos permanecer em função de situações extraordinárias. Em segundo lugar, [...] esta é uma atribuição do estado do Rio Grande do Norte e compete ao estado restaurar de forma permanente a segurança devida aos potiguares” explicou ele.

Policiais militares, civis e bombeiros do estado estão em greve desde o dia 19 de dezembro pelo recebimento de salários atrasados de novembro, dezembro e o 13º salário e pela melhoria das condições de trabalho. Durante a entrevista coletiva, Jungmann anunciou que o Governo do Brasil liberou 225 milhões para o Rio Grande do Norte, para que os salários dos atrasados possam ser quitados.

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