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Ativistas no Sudão alegam que militares mataram 16 pessoas

A polícia sudanesa disse na sexta-feira que os 16 foram mortos por "balas perdidas" e que pelo menos 20 pessoas foram presas em manifestações e protestos por todo o país

13 abril 2019 - 06h47
Ativistas saudaram a saída de al-Bashir enquanto pediam uma transição rápida para um governo civil, com muitos temendo que os militares pretendam manter o poder
Ativistas saudaram a saída de al-Bashir enquanto pediam uma transição rápida para um governo civil, com muitos temendo que os militares pretendam manter o poder - Foto: Divulgação

Ativistas sudaneses alegam que 16 pessoas, incluindo um soldado, foram mortas desde que os militares forçaram a saída do presidente Omar al-Bashir do poder na quinta-feira, após meses de protestos.

O Comitê de Médicos do Sudão, afiliado à Associação de Profissionais do Sudão, que lidera os protestos, disse neste sábado que 13 pessoas foram mortas a tiros na quinta-feira e que outras três, incluindo o soldado, foram mortas na sexta-feira. Aponta ainda que eles morreram "nas mãos das forças do regime e de suas milícias sombrias".

A polícia sudanesa disse na sexta-feira que os 16 foram mortos por "balas perdidas" e que pelo menos 20 pessoas foram presas em manifestações e protestos por todo o país.

Ativistas saudaram a saída de al-Bashir enquanto pediam uma transição rápida para um governo civil, com muitos temendo que os militares pretendam manter o poder. Fonte: Associated Press

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