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Sancionada Lei que institui o uso da Bengala Verde para identificar pessoas com baixa visão

A lei tem como objetivo conscientizar a todos sobre as inúmeras dificuldades que uma pessoa com baixa visão tem

13 março 2018 - 09h33Da redação
Uso da bengala verde é o meio adequado para identificar pessoas acometidas de baixa visão
Uso da bengala verde é o meio adequado para identificar pessoas acometidas de baixa visão - Ilustração

Foi sancionada nessa segunda-feira (12) a Lei n. 5.978/18, de autoria do vereador Delegado Wellington, líder da bancada do PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), em coautoria com o Vereador Professor João Rocha que institui o uso da bengala verde como meio adequado para identificar pessoas acometidas de baixa visão, e como instrumento de orientação e mobilidade, na cidade de Campo Grande.

A lei tem como objetivo conscientizar a todos sobre as inúmeras dificuldades que uma pessoa com baixa visão tem como, por exemplo, reconhecer rostos, ler placas de sinalização, letreiros de ônibus, atravessar as ruas, praticar esportes, dirigir, etc.  O uso da “Bengala Verde” irá facilitar a distinção das pessoas com baixa visão das pessoas cegas e das demais pessoas que transitam pelas ruas e avenidas da cidade diariamente.

De acordo com a lei, as pessoas que possuem o índice de restrição visual com menos de 30% necessitam do auxílio de uma bengala verde para se locomoverem. A cor utilizada para o objeto representa esperança. Além disso, também possui o significado de "ver-de outra maneira" ou de "ver-de novo".

Para o autor do projeto, vereador Delegado Wellington as pessoas com deficiência visual, cegas ou com baixa visão, enfrentam inúmeras dificuldades no cotidiano. Contudo, as com baixa visão, em particular, enfrentam dificuldades por viverem em um estado ambivalente no qual não há nem ausência nem presença total de visão, o que gera confusão, desconfiança, situações constrangedoras e discriminação, tanto por pessoas que enxergam quanto por pessoas cegas. “São inúmeras as experiências vivenciadas por pessoas que buscam autonomia, independência e reconhecimento em uma sociedade que ainda não as identificam como parte de um grupo de pessoas com deficiência visual”, ressalta o parlamentar.

Ainda segundo o parlamentar, o fato de utilizarem uma bengala branca pode até causar outro problema maior a elas, sendo difícil, complicado e cansativo ter que dar explicações que a baixa visão permite executar algumas tarefas, porém, não permite executar outras. “Diferenciar as bengalas por cores, fará com que os cidadãos que tem baixa visão não passem constrangimentos e discriminação ao serem comparados com pessoas cegas”, destaca o vereador.

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