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Reinaldo Azambuja inaugura primeira reforma do projeto “Mãos que Constroem”

Segundo secretário José Carlos Barbosa, o “Mãos que Constroem” começou muito bem

11 maio 2017 - 07h00
Ao todo foram investidos cerca de R$ 160 mil de recursos próprio
Ao todo foram investidos cerca de R$ 160 mil de recursos próprio - Foto: João Garrigó
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Campo Grande (MS) – O governador Reinaldo Azambuja e o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), José Carlos Barbosa, inauguram nesta quinta-feira (11.5), às 14h30, as obras de revitalização da 4ª Delegacia de Polícia Civil, localizada no bairro Moreninha II, na Capital.  Ao todo foram investidos cerca de R$ 160 mil de recursos próprios, o que significa que pelo projeto o Governo do Estado economizou até 75% em comparação ao modelo tradicional, via licitação.

Essa é a primeira reforma realizada pelo projeto “Mãos que Constroem”, que é fruto de uma parceria entre Sejusp, Tribunal de Justiça (TJMS) e o Conselho da Comunidade de Campo Grande, que utiliza a mão de obra de internos – dos regimes aberto e semiaberto – do sistema prisional da Capital, nas especialidades de pedreiro, pintor, eletricista, encanador e ajudante geral.

Conforme o coordenador de Engenharia e Projetos da Sejusp, arquiteto Fábio Alex Correa, foram realizadas obras de melhorias no bloco da carceragem, serviços serralheria, elétrica, hidráulica, pintura geral do prédio, construção de calçadas, drenagem e acessibilidade, além da revitalização de todo o setor administrativo com a construção de um arquivo para cartório e ampliação do refeitório da unidade.

Segundo secretário José Carlos Barbosa, o “Mãos que Constroem” começou muito bem, o que demonstra o comprometimento dos internos que desenvolveram esse trabalho. “Além de recuperar os prédios públicos, a ação também contribui com a ressocialização e diminuição da pena. Por esse convênio os trabalhos são executados em menor tempo”, frisou.

Diferente do modelo adotado para a reforma dos prédios escolares – onde todo o trabalho é custeado com recursos do fundo arrecadado pelo desconto de 10% do salário de cada preso da Capital que trabalha em convênios firmados com o poder público ou iniciativa privada – no projeto “Mãos que Constroem”, o Governo do Estado conta apenas com a utilização da mão de obra prisional, autorizada pela 2ª Vara de Execução Penal.

 

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