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Programa trabalha combate ao tabagismo entre detentas da Capital e de Jateí

A iniciativa é coordenada pela Diretoria de Assistência Penitenciária da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), por meio da Divisão de Saúde.

7 Dezembro 2017 - 14h24
Diante disso, detentas de unidades penais de regime fechado de Campo Grande e de Jateí participam de ações que visam combater o vício.
Diante disso, detentas de unidades penais de regime fechado de Campo Grande e de Jateí participam de ações que visam combater o vício. - Divulgação / AGEPEN

O tabagismo é uma doença que causa dependência física, psicológica, além de ser causa de vários outros problemas de saúde, inclusive, podendo levar à morte. Em espaços coletivos e fechados, as consequências do uso do cigarro podem ocasionar problemas ainda maiores. Diante disso, detentas de unidades penais de regime fechado de Campo Grande e de Jateí participam de ações que visam combater o vício.

A iniciativa é coordenada pela Diretoria de Assistência Penitenciária da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), por meio da Divisão de Saúde.

No Estabelecimento Penal Feminino Irmã Irma Zorzi (EPFIIZ), na Capital, o projeto Refletindo sobre o Vício do Tabagismo tem como objetivo conscientizar as custodiadas sobre o uso do tabaco e suas consequências negativas, além de estimular a redução dessa incidência, bem como fortalecer àquelas que optaram pela interrupção do uso de cigarros, trabalhando a prevenção da saúde.

Coordenado pela agente penitenciária e psicóloga, Liléia Souza Leite, o projeto iniciou em novembro no EPFIIZ e conta com a participação de 15 internas. Ao todo, foram realizados três encontros, sendo abordadas as temáticas: Conversando Sobre o que é o Tabagismo, Tabagismo: Dependência Química ou Psicológica e Consequências do Tabagismo no Organismo e na Convivência Social”.

Segundo a diretora da unidade penal, Mari Jane Boleti Carrilho, no primeiro momento, o intuito do projeto foi estruturar, buscar a reflexão e o interesse das reeducandas em realizar um tratamento. “Após identificarmos esses dados, vamos focar em um método de intervenção mais específico e efetivo para quem realmente quer se libertar do vício do tabaco”, ressalta.

 

 

Já está prevista, ainda este mês, uma capacitação sobre o Tratamento do Tabagismo para os profissionais da equipe de saúde do EPFIIZ. A qualificação foi idealizada pela Divisão de Saúde da Agepen e será realizada pela Secretaria Municipal de Saúde Pública (Sesau) de Campo Grande.

“A partir da formação técnica, teremos uma equipe de saúde apta em atuar com a prevenção e tratamento ao tabagismo, promovendo a saúde entre as custodiadas”, afirma a diretora do EPFIIZ.

Como parte do Programa, nesta semana, o psiquiatra Flávio Freitas Barbosa ministrou uma palestra às internas e abordou os temas: Componentes do cigarro: O que eu permito entrar no meu corpo?, Principais doenças que o tabagismo é fator de risco e Como tratar o tabagismo e os locais que promovem esse tratamento em Campo Grande/MS.

Jateí

No Estabelecimento Penal Feminino Luiz Pereira da Silva, em Jateí, o programa contra o Tabagismo teve início esta semana, com o apoio da Secretaria Municipal de Saúde e a participação multidisciplinar das áreas de Serviço Social, Psicologia e Enfermagem.

Até o momento, 12 reeducandas já aderiram ao projeto, que conta com reuniões semanais e abordam o tema de diferentes formas. São realizadas palestras, apresentações de vídeos e atividades que buscam combater a ansiedade das internas, já que é a grande vilã para quem deseja parar de fumar.

Conforme a diretora da unidade, Solange Pereira da Silva, o programa será realizado de forma constante dentro do presídio e todas as internas participam de livre e espontânea vontade.

“Essa é uma estratégia que elaboramos para quem quer largar o vício. Para concretizar o tratamento pretendemos também trazer um profissional da saúde para orientar a realização de exercícios físicos e vamos criar alternativas que possam substituir o uso do cigarro, como cubinhos de cenoura, entre outros”, informa a diretora.

Para o diretor-presidente da Agepen, Aud de Oliveira Chaves, ações que promovem saúde e qualidade de vida no ambiente prisional facilitam o convívio social e melhoram o cumprimento de pena, tornando-o mais efetivo e eficaz. “Conscientizar sobre o uso abusivo de substâncias que causam dependência e suas consequências negativas tem como foco proporcionar mudança de vida e de hábitos dos apenados”, finaliza o dirigente.

 

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