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INTERNACIONAL

Ofensiva na Síria foi resposta necessária a ataque com armas químicas, diz G-7

O G-7 inclui os três países que participaram da operação militar na Síria, além de Alemanha, Itália, Canadá e Japão

17 abril 2018 - 04h53
Ainda segundo o G-7, a ofensiva militar só foi realizada após a exaustão de todas as opções diplomáticas possíveis para garantir a norma internacional contra o uso de armas químicas
Ainda segundo o G-7, a ofensiva militar só foi realizada após a exaustão de todas as opções diplomáticas possíveis para garantir a norma internacional contra o uso de armas químicas - Foto: Tarobá News

A ofensiva militar lançada na Síria por EUA, Reino Unido e França no fim da semana passada, em resposta a um suposto ataque com armas químicas atribuído ao regime sírio de Bashar Al-Assad em 7 de abril, foi "limitada, proporcional e necessária", afirmaram hoje em comunicado líderes do grupo dos sete países mais industrializados, o chamado G-7.

O G-7 inclui os três países que participaram da operação militar na Síria, além de Alemanha, Itália, Canadá e Japão.

"Damos apoio total aos esforços feitos pelo Estados Unidos, Reino Unido e França para degradar a capacidade do regime de Assad de usar armas químicas e evitar qualquer uso futuro, demonstrados por suas ações tomadas em 13 de abril", diz o comunicado.

Ainda segundo o G-7, a ofensiva militar só foi realizada após a exaustão de todas as opções diplomáticas possíveis para garantir a norma internacional contra o uso de armas químicas.

O G-7 acusou o regime de Assad de tentar aterrorizar o povo sírio por meio do uso de armas químicas e disse que não pode haver impunidade para qualquer um que se envolva no desenvolvimento ou uso desse tipo de armas.

Síria e seus aliados, incluindo a Rússia, negam que o regime sírio tenha lançado um ataque com armas químicas na cidade de Douma no último dia 7.