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O lugar onde não tocar marchinha dá multa de R$ 1.028

Bandas ou carros de som que reproduzirem outro ritmo podem ser multados em R$ 1.028, valor que dobra na reincidência

13 fevereiro 2018 - 07h31
As queixas dos locais em relação à bagunça pode levar até ao fim do patrocínio oficial
As queixas dos locais em relação à "bagunça" pode levar até ao fim do patrocínio oficial - Foto: De Cá pra Lá

Há uma cidade no interior de São Paulo que só liberou marchinhas de carnaval para a festa. Bandas ou carros de som que reproduzirem outro ritmo podem ser multados em R$ 1.028, valor que dobra na reincidência. Bem-vindo a São Luiz do Paraitinga.

Além de ter leis "do xixi" (para quem urinar na rua) e "Boa Vizinhança" (para quem perturbar o sossego), a cidade ainda tem taxa ambiental, espécie de pedágio para limitar a entrada de veículos. As queixas dos locais em relação à "bagunça" pode levar até ao fim do patrocínio oficial. O diretor de Trânsito, Diego Reis, acredita que "para 2019, a prefeitura realize um plebiscito para que o povo decida sobre a realização ou não do carnaval.

De São José dos Campos, Gabrielle Vieira, de 22 anos, sabia que a trilha teria só marchinhas. "Não gostei, mas são as normas." Já Nathália Beltrami, de 24, que é de São Paulo, aprovou. "Venho pelas marchinhas, se quisesse funk, iria ao Rio."

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