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AÇÕES DA PREFEITURA

Moradores do Residencial Anápolis comemoram chegada do asfalto, após 25 anos de espera

A obra integra um projeto para complementar a pavimentação das linhas de ônibus do Jardim Botafogo/Morenão

7 dezembro 2018 - 11h18
O projeto de pavimentação do Jardim Anápolis chegou  a ser iniciado  em 2012,  mas o serviço foi interrompido no ano seguinte.
O projeto de pavimentação do Jardim Anápolis chegou a ser iniciado em 2012, mas o serviço foi interrompido no ano seguinte. - Divulgação

Após 25 anos de espera, o asfalto começou a chegar ao  Residencial Anápolis, um conjunto habitacional de 247 casas, localizado na região urbana do Anhandui, “espremido” entre o Jardim Morenão, Botafogo e Roselândia.

A empreiteira  responsável aproveitaram o período de estiagem e começaram nesta semana a aplicar  a massa asfáltica nos trechos das ruas Mirai, a partir do cruzamento com a Rivalcir Albet, e no prolongamento da Rua Rodrigo Moura, que dentro do conjunto, se transforma numa avenida de duas pistas.  A obra integra um projeto para complementar a pavimentação das linhas de ônibus do Jardim Botafogo/Morenão.

A dona de casa Marta de Levy Rosa parou por alguns momentos seus afazeres domésticos para acompanhar a aplicação do asfalto após 15 dias de preparação da base (interrompida) pelos períodos de chuva.

“Recebi em 1993, da CDHU (antiga empresa estadual de habitação), as chaves  da minha casa. Mudei na semana seguinte e desde então, foram 25 anos sofrendo com poeira e barro, assistindo todos os bairros da região sendo asfaltados. Há oito anos, quando foi feito o asfalto na Vila Pioneira e na Rivalcir Albert (linha de ônibus, a menos de 100 metros de casa), achei que passaria aqui, mas, infelizmente, não aconteceu o que a gente esperava”, contou.

Quem também está muita feliz com a chegada do asfalto é Suzana Carvalho, que mudou em 2017 no bairro e menos de um ano depois vai ficar livre da poeira, do barro e já vê seu imóvel se valorizar. “Acho que a Prefeitura estava esperando eu mudar pra cá”, afirma, em tom de brincadeira.

A chegada dos trabalhadores, equipamentos e caminhões carregados de massa asfáltica atraiu a atenção dos moradores, muitos descrentes de que um dia a obra seria feita. “Posso dizer que com o início do asfalto em frente de casa, ganhei o ano. O presente de Natal chegou antecipado”, comemora o aposentado Enoque Soares, 66 anos,  que há 20 anos mora  na Rua Iraque.

O mesmo entusiasmo é compartilhado por uma das suas vizinhas,  dona Sônia Pellegrini. “Para dizer a verdade, já nem acreditava que este asfalto seria feito um dia. Há alguns anos colocaram esgoto, tubulação e o serviço por aí”, declarou.

Para o comerciante Marcio Araújo, dono de uma mercearia na esquina das ruas Iraque com Goiatuba (já pavimentada), a chegada do asfalto representa melhor qualidade de vida e valorização dos imóveis. Já Celso da Silva Ferreira, que mora na Rua Mirai, pontua que a obra representa o fim de 15 anos de convivência com a poeira e o barro.

O projeto

O projeto de pavimentação do Jardim Anápolis chegou  a ser iniciado  em 2012,  mas o serviço foi interrompido no ano seguinte. A  primeira empreiteira rescindiu o contrato e  a gestão passada não providenciou uma nova licitação.

O  prefeito Marquinhos Trad teve que fazer gestões junto ao Ministério das Cidades para renovar o convênio que venceria no último mês de abril. Sem esta providência a Prefeitura perderia os recursos, em torno de R$ 1,3 milhão, alocada em 2011 no orçamento da União, por uma emenda parlamentar do deputado Luiz Henrique Mandetta.

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Estão sendo  investidos R$ 1.332.560,82 na execução de 746 metros de drenagem e 2,2 quilômetros de asfalto. O projeto prevê a pavimentação das ruas Paraúna (entre Centro Oeste e Rivaldir Alberti); 13 de Novembro (entre Centro Oeste e Goiatuba); Canabras (entre Centro Oeste e Rivaldir Alberti); Mirai (entre Centro Oeste e Goiatuba); Mirai (entre Rivaldir Alberti e Divino Fonseca); Rodrigo Moura (entre Rivaldir Alberti e Fim de Rua); Iraque (entre Centro Oeste e Kilda Monteiro); Pompeu Ferreira (entre Centro Oeste e Rivaldir Alberti); Junes Salaminy; Kilda Monteiro; Francisco dos Anjos (entre Assaré e Rodrigo Moura) e Divino Fonseca (entre Assaré e Rodrigo Moura).

 

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