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GOVERNO MS

Meta é manter programas de atendimento à população e empregos, diz governador

Reinaldo Azambuja reforçou que vai manter a política de incentivos fiscais para atrair novos investidores para Mato Grosso do Sul

6 janeiro 2016 - 07h07Da redação
Divulgação
FAMASUL - SENAR

O governador Reinaldo Azambuja disse que a prioridade de seu Governo para 2016 é a manutenção dos empregos e a aplicação dos programas de atendimento à população. Em entrevista à uma emissora local de televisão, Reinaldo Azambuja reforçou que vai manter a política de incentivos fiscais para atrair novos investidores para Mato Grosso do Sul e, com isso, garantir emprego e renda para a população do Estado.

O programa Caravana da Saúde – que vida a restruturação do setor – e o programa Rede Solidária, que atende as famílias em situação vulnerável também são focos da gestão estadual.

“Além de promover investimentos em infraestrutura e ampliar a competitividade do Estado, temos como meta a manutenção das políticas de atração de investidores para Mato Grosso do Sul e da continuação do atendimento à população no que se refere à saúde, educação e cidadania”, afirmou.

O governador lembrou que o programa Caravana da Saúde realizou em 2015 mais de 17 mil  cirurgias e efetivou a restruturação em diversos municípios sul-mato-grossenses. “Deixamos equipamentos, estrutura física e de atendimento em todas as regiões onde a Caravana passou”.

O projeto na área da Saúde vai além. Segundo ele, aa conclusões dos Hospitais do Trauma e dos dois pavimentos do Hospital do Câncer também vão acontecer este ano. “Isso é resultado do trabalho de reestruturação que estamos fazendo”, ressaltou.

Ajuste fiscais

Questionado sobre a política de ajuste fiscal promovida pelo Governo do Estado, em 2015, o governador explicou que, apesar dos ajustes, Mato Grosso do Sul ainda tem a menos alíquota dos estados brasileiros no que se refere ao IPVA como também só reajustou o ICMS dos produtos supérfluos. “Não é interesse de nenhum governante aumentar impostos, e nós pautamos os ajustes em alíquotas que não mexem muito no bolso do contribuinte. “Porém todo o esforço é para equilibrar as contas e continuar com os programas de atendimento à população”, finalizou.

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