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ATO PELO IMPEACHMENT

Manifestações contra Dilma ocorrem em menor número em relação ao último protesto

As manifestações pelo impeachment da presidente Dilma ocorreram nos 26 estados e DF, embora tenha registrado um número menor de participantes. O deputado Eduardo Cunha também foi alvo de protesto

14 dezembro 2015 - 09h10DA REDAÇÃO
Manifestação na avenida Paulista, em São Paulo
Manifestação na avenida Paulista, em São Paulo - Agência Brasil
HVM

São Paulo foi onde teve o maior número de participantes nos atos deste domingo pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff. A Polícia Militar estimou em 30 mil o número de participantes no ato que foi feito na avenida Paulista. A adesão ao protesto foi menor em relação às outras manifestações realizadas em março e agosto.  

O protesto em Campo Grande aconteceu no Obelisco, na avenida Afonso Pena e segundo os organizadores reuniu cerca de 4,5 mil pessoas. Já a Polícia Militar estima entre 1,2 mil a 1,5 mil participantes. 

As manifestações foram pacíficas, com poucos incidentes isolados em algumas cidades. Grande parte dos manifestantes vestia verde e amarelo e levava cartazes contra a corrupção, o governo federal e o PT. 

Além de pedirem a saída de Dilma, algumas pessoas também se manifestaram contra o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PT). Um grupo em Brasília pediu a cassação do mandato do deputado. 

Outro nome citado nos atos, mas de maneira positiva, foi o do juiz da Operação Lava Jato. Sérgio Moro foi exaltado em faixas na manifestação de Curitiba, cidade que concentra as investigações da operação. 

Aniversário

A presidente Dilma Rousseff comemora nesta segunda-feira (14) 68 anos de idade. Filha de um imigrante búlgaro e uma brasileira, a petista nasceu em 14 de dezembro de 1947, em Belo Horizonte (MG).

O aniversário de Dilma ocorre durante um processo de impeachment aberto pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Nesta semana, o Supremo Tribunal Federal (STF) pode definir rito do impeachment.

Além disso, desde a semana passada, Dilma viu sua relação com o vice Michel Temer se desgastar em razão de uma carta na qual ele diz que ela não confia nele. O resultado dessa mensagem foi uma declaração, por parte dos dois, de que, de agora em diante, a relação entre eles será "institucional". (Com informações do G1)

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