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AÇÃO DE GOVERNO

Governo já entregou 35 pontes de concreto em áreas críticas e garante segurança aos municípios

Governo do Estado em 35 pontes de concreto concluídas e entregues em áreas vulneráveis impedirão que ocorra isolamento da população por falta de acesso e danos à economia local

3 janeiro 2018 - 15h57
Há três anos, a situação era de calamidade, com as enxurradas destruindo as pontes de madeira, ilhando pessoas e acarretando outros prejuízos
Há três anos, a situação era de calamidade, com as enxurradas destruindo as pontes de madeira, ilhando pessoas e acarretando outros prejuízos - Fotos: Chico Ribeiro

A intensidade das fortes chuvas que ocorrem em todo o Mato Grosso do Sul, atingindo principalmente a região Sul do Estado, se aproxima dos temporais registrados entre os últimos meses de 2014 e início de 2015, porém com uma grande diferença: os investimentos do Governo do Estado em 35 pontes de concreto concluídas e entregues em áreas vulneráveis impedirão que ocorra isolamento da população por falta de acesso e danos à economia local.


A determinação do governador Reinaldo Azambuja à Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra) para que substituísse as pontes de madeira pelas de concreto, com projeto executivo para garantir qualidade do serviço, se traduz hoje em um alívio para os prefeitos e moradores dos 13 municípios em situação de emergência. Há três anos, a situação era de calamidade, com as enxurradas destruindo as pontes de madeira, ilhando pessoas e acarretando outros prejuízos.


“Estamos enfrentando uma chuva semelhante àquela de 2015, mas bem mais tranquilos porque o Governo construiu quatro pontes de concreto e avançamos muito nessa parte de infraestrutura”, afirma o prefeito de Tacuru, Carlinhos Pelegrini. “Com certeza, a situação estaria pior se tivéssemos as pontes de madeira, que foram levadas pelas águas. O governador Reinaldo Azambuja nos prestou um grande serviço, atendendo todos os nossos pleitos”, completa.

Maior projeto em pontes

Do total de 94 pontes de concreto projetadas pelo governo estadual em 39 municípios, 50 foram entregues, das quais 35 atenderam áreas de risco definidas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec) em Amambai, Caarapó, Coronel Sapucaia, Deodápolis, Bela Vista, Dois Irmãos do Buriti, Eldorado, Guia Lopes da Laguna, Iguatemi, Ivinhema, Jateí, Juti, Novo Horizonte do Sul, Paranhos, Rio Brilhante, Sete Quedas, Tacuru e Naviraí.

A Seinfra executa atualmente a construção de mais 16 pontes, sendo oito também em substituição às de madeira em Amambai, Guia Lopes da Laguna (obra do governo anterior que desabou no rio Santo Antônio, por erro técnico), Ivinhema, Jateí, Nioaque e Paranhos. Outras 15 pontes (três em áreas de risco) estão em processo de licitação e oito em fase de projeto, totalizando 94, com investimentos de R$ 104 milhões em recursos próprios.

“Todas as pontes que foram substituídas pelas de concreto estão sendo construídas com projetos executivos para garantir o bom emprego do dinheiro público”, afirma o governador Reinaldo Azambuja. “Nunca se investiu tanto em pontes de concreto na história do Estado. Isso induz o desenvolvimento, garante segurança às pessoas e ao setor produtivo, e reforça nosso compromisso com a qualidade de vida de todos”, acrescenta.

Amambai vive nova realidade

Um dos municípios mais contemplados com a construção de pontes de concreto pelo atual governo é Amambai, na fronteira Sudoeste do Estado. A região foi uma das mais atingidas pelos temporais ocorridos há três anos e o governador Reinaldo Azambuja já entregou nove das dez pontes projetadas para a cidade. Os impactos da temporada de chuvas, hoje, são mínimos, por conta destes investimentos, segundo o prefeito Ednaldo Luiz (Dr. Bandeira).

“As pontes de concreto, além de terem sido construídas em corredores de escoamento de produção, hoje traz uma tranquilidade imensa ao município, principalmente quanto à economia de dinheiro que era despendido para recuperar ponte de madeira”, ressalta o prefeito. “A infraestrutura deixada pelo Estado mudou muito a nossa realidade, não enfrentamos mais isolamentos e nem interrupção do transporte escolar em época chuvosa”, pontua.

Em Tacuru, choveu cerca de 500 milímetros em 18 dias e, segundo o prefeito Carlinhos Pelegrini, a situação seria de calamidade pública sem as quatro pontes de concreto construídas pelo Estado sobre o rio Tacuru e córregos de acesso aos assentamentos rurais.  “A ponte de concreto é essencial e para sempre, dá total segurança”, cita, lembrando que duas pontes de madeira, sobre os córregos Cadeado e Ipuitã, já estão comprometidas com a subida das águas.

 

TJ MS
ALMS CORTESIA