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COMBATE

Governo cria plano piloto com seis municípios para combater mosquito transmissor da Dengue e Zika

A intenção é usar tecnologia, como tablets e smartphones, e informação para evitar uma epidemia das doenças

29 dezembro 2015 - 07h44Da redação
Divulgação
FAMASUL - SENAR

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Saúde e com a participação da Subsecretaria de Comunicação, realizou, nessa segunda-feira (28), uma reunião com prefeitos e secretários de cinco dos seis municípios polos que irão participar de um plano piloto para combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Zika vírus e Chikungunya. A intenção é usar tecnologia, como tablets e smartphones, e informação para evitar uma epidemia das doenças, em especial a Zika, associada à microcefalia. O encontro foi realizado na Sala de Situação, localizada em frente à Acadepol, no Parque dos Poderes.

“Estamos potencialmente a frente de uma calamidade”, alertou o secretário de Estado de Saúde, Nelson Tavares. A estratégia é aperfeiçoar a qualidade das visitas dos agentes comunitários, de saúde e de endemias aos 850 mil domicílios de Mato Grosso do Sul. O plano piloto será implementado em São Gabriel do Oeste, Maracaju, Bataguassu, Bonito, Costa Rica e Taquarussu.

Os agentes de endemias usarão tablets e smartphones para se comunicar em tempo real com a Sala de Situação. Por meio da tecnologia (GPS) será possível verificar se o agente realmente visitou o domicílio. Um programa já foi desenvolvido pelo Governo para isso. Duzentos e sessenta tablets vindos da Receita Federal serão distribuídos para esse combate nos seis municípios, mas os profissionais poderão também usar os próprios smartphones. E para incentivar esse trabalho de campo, o Governo estuda fazer um pagamento por produtividade aos agentes de endemias.

Nelson Tavares explicou a urgência das ações contra o mosquito e disse ter esperança de que a sociedade irá se mobilizar quando tomar consciência do tamanho do problema. “Não podemos esperar fevereiro ou março para se mobilizar”, afirmou. A guerra contra o mosquito depende da participação de todos, que não podem deixar água parada permitindo a reprodução do vetor.  Para o secretário de Saúde, a Zika poderá ser protagonista da maior epidemia de saúde pública dos últimos 100 anos, superando as epidemias de Aids e de poliomelite no século passado.

Prefeito de São Gabriel do Oeste, Adão Rolim contou que já está intensificando as ações para exterminar o mosquito. “Temos focos em todos os municípios. A situação em São Gabriel do Oeste ainda não é alarmante, mas considerando toda a gravidade dessas doenças já fizemos uma reunião com todos os agentes que terão todas as condições de notificar e multar quem colocar a vida dos outros em risco. A cada seis meses passamos recolhendo os entulhos, mas agora vamos intensificar isso. A partir do dia 4 vamos fazer uma grande operação de limpeza. Nós também estamos intensificando a nossa comunicação para fazer um apelo à população para não deixar o mosquito se proliferar”, disse.

O subsecretário de Comunicação, Rodrigo Mendes, apresentou as campanhas do Governo do Estado, com vídeo institucional, cartazes, folhetos, adesivos (para casa e carro), faixas, uso das mídias sociais, e spots em rádios, entre outros, que serão usadas para conscientizar à população sobre os riscos da Zika. “A intenção não é deixar a população apavorada, mas mostrar e sensibilizar para o risco da doença. Vamos usar todas as ferramentas para levar a informação à população”.

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