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Termo de cooperação divulga vantagens do uso do Terminal de Cargas do Aeroporto de Campo Grande

Com a utilização do terminal alfandegário, as empresas importadoras e exportadoras estaduais terão mais facilidades no desembaraço das cargas.

22 dezembro 2015 - 17h33DA REDAÇÃO
Divulgação
HVM

O presidente da Fiems, Sérgio Longen, o secretário estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck, e a superintendente do Aeroporto Internacional de Campo Grande, Barbara Antônia dos Reis Netto, assinaram, nesta terça-feira, 22, na sede da Semade (Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico), o termo de cooperação técnica para divulgar as vantagens de utilização do Terminal de Cargas Alfandegado do Aeroporto Internacional da Capital junto aos empresários sul-mato-grossenses.
 
Barbara Netto explica que, com a utilização do terminal alfandegário, as empresas importadoras e exportadoras estaduais terão mais facilidades no desembaraço das cargas com foco no modal marítimo. “Normalmente, nos portos de Santos (SP) e de Paranaguá (PR), o desembaraço aduaneiro demora de 14 a 20 dias para que se tenha a carga liberada, enquanto no terminal alfandegário de Campo Grande esse prazo cairá de dois a três dias, no máximo”, garantiu.
 
Na avaliação do secretário estadual Jaime Verruck, o termo de cooperação técnica dá mais transparência ao terminal alfandegário disponibilizado pela Infraero no Aeroporto da Capital. “Hoje, muitos dos nossos empresários fazem operações de importação e exportação fora do Estado por desconhecer a existência desse terminal. O termo oficializa e define os critérios de utilização do terminal pela Infraero em parceria com a Receita Federal e Anvisa”, pontuou.
 
Ele acrescenta que, agora, caberá ao Governo do Estado e à Fiems mostrar aos empresários que é possível fazer essas operações diretamente em Campo Grande. “Outro ponto é que para o Estado essa utilização do terminal é fundamental no sentido de que as importações e exportações sul-mato-grossenses serão feitas diretamente aqui, pois, atualmente, muitas das nossas importações e exportações são alfandegadas em outros Estados e, portanto, não apareciam nas estatísticas como sendo de Mato Grosso do Sul”, detalhou.
 
Jaime Verruck ainda reforçou que o Terminal de Cargas Alfandegado do Aeroporto Internacional da Capital disponibiliza uma infraestrutura que permitirá aos produtos do Estado serem mais competitivos. “De agora em diante, em todas as apresentações de divulgação das potencialidades do Estado, vamos colocar a existência dessa área alfandegária como fator de competitividade para a atração de investimentos. Com essa assinatura, isso passa a fazer parte do portfólio de atração de investimento como um fator de competitividade”, finalizou.
 
Para o presidente da Fiems, Sérgio Longen, a assinatura do termo de cooperação técnica é um passo importante no desenvolvimento industrial de Mato Grosso do Sul. “Trata-se de um serviço a mais para as empresas do Estado que importam e exportam, pois agora poderão fazer o desembaraço alfandegário aqui em Campo Grande da mesma forma que faziam nos portos de Santos e de Paranaguá. Cada vez mais, temos procurado oferecer um suporte às empresas estaduais, permitindo que os nossos produtos fiquem bem mais competitivos, pois, além dos custos ficarem menores e de as receitas ficarem no Estado, a outra vantagem para o empresário local é o tempo menor para regularização das suas mercadorias”, destacou.
 
 

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