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SEM MELANCIA

Excesso de chuva pode ocasionar falta de melancia no mercado, alerta Ceasa

A grande quantidade de chuva e o granizo tem sido os maiores vilões nas lavouras.

10 dezembro 2015 - 19h30DA REDAÇÃO
Atualmente, 50% da melancia consumida no MS é fruto da comercialização interna, o que valoriza a produção regional, evitando a importação do alimento de estados como São Paulo, Tocantins, Goiás e Minas Gerais.
Atualmente, 50% da melancia consumida no MS é fruto da comercialização interna, o que valoriza a produção regional, evitando a importação do alimento de estados como São Paulo, Tocantins, Goiás e Minas Gerais. - Divulgação
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Em razão das fortes chuvas que assolam o sul do Estado, a Ceasa (Central de Abastecimento de Alimentos de Mato Grosso do Sul) vem se mantendo em alerta quanto a queda na produção de melancia em municípios como Eldorado, Jateí, Caarapó, Iguatemi, Jardim e Itaquiraí.

“Estamos solicitando aos produtores de melancia de outras regiões do Estado, interessados em comercializar a sua produção, a entrarem em contato conosco da Ceasa ou da Agraer. Nossa intenção é evitar a falta do produto oriundo da terra e a importação”, explica o presidente da Ceasa, Jaime Balejo.

De acordo com o dirigente da Central, a grande quantidade de chuva e o granizo tem sido os maiores vilões nas lavouras. ”Esse grande volume de chuva pegou muitos produtores de surpresa. Sem contar o granizo que bate na casca da fruta e a danifica. Isso tudo, justamente, quando se aproxima o verão, estação do ano em que o consumo de melancia aumenta consideravelmente”, observa.

Atualmente, 50% da melancia consumida no MS é fruto da comercialização interna, o que valoriza a produção regional, evitando a importação do alimento de estados como São Paulo, Tocantins, Goiás e Minas Gerais. “Nesta época do ano, a Ceasa chega a receber em um único dia quatro a cinco carretas, o equivalente a 100 mil quilos de melancia. Esse período atípico de chuvas, a preocupação é que os negociantes optem pela importação”, diz Balejo.

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