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INTERNACIONAL

EUA: Georgia e Florida podem ter recontagem de votos; Trump critica no Twitter

10 novembro 2018 - 18h40

Três cargos políticos de alto nível no sul dos Estados Unidos ainda não têm vencedores claros, dias após as eleições de terça-feira. As corridas para ocupar as cadeiras de governador na Geórgia e na Flórida, assim como uma cadeira no Senado dos EUA pela Flórida, estão perto ou nos limites para acionar cláusulas de recontagem.

O presidente norte-americano, Donald Trump, criticou os democratas envolvidos nas disputas. "Estão tentando ROUBAR (sic) dois importantes resultados eleitorais na Flórida! Estamos acompanhando de perto", escreveu o mandatário em sua conta oficial no Twitter.

Governador da Florida
Apesar de um dos candidatos ter admitido a derrota na noite da eleição, a corrida do governador da Flórida se apertou em uma margem que poderia exigir uma recontagem.

O ex-deputado republicano Ron DeSantis lidera em 0,47 ponto porcentual, uma margem que exigiria uma recontagem, de acordo com a lei da Flórida. A recontagem é obrigatória se a margem do candidato vencedor for inferior a 0,5 ponto porcentual quando a primeira contagem não oficial for verificada no sábado pelo secretário de estado da Flórida.

O democrata Andrew Gillum, prefeito de Tallahassee, estava cerca de 1 ponto porcentual, ou menos de 80 mil votos, atrás de DeSantis quando reconheceu a derrota na terça-feira. Como a diferença de votos diminuiu, Gillum disse que queria ver todos os votos contados, indicando que ele não iria ficar no caminho de uma recontagem.

DeSantis ficou fora da disputa retórica, dizendo que estava trabalhando em planos para assumir o cargo em janeiro.

Senado da Flórida
Na corrida para o Senado dos EUA pela Flórida, o governador republicano Rick Scott tem uma pequena vantagem sobre o democrata Bill Nelson. Na sexta-feira, Scott liderou por 0,21 ponto porcentual, baixo o suficiente para exigir uma recontagem manual sob a lei estadual. O secretário de Estado da Flórida irá verificar a primeira contagem não oficial no sábado.

Scott disse que "liberais antiéticos" estavam tentando roubar a eleição nas fortalezas democratas de Broward e do condado de Palm Beach. O governador entrou com ações judiciais em ambos as regiões buscando mais informações sobre como suas cédulas estavam sendo computadas.

Nelson apresentou seu próprio processo federal na sexta-feira, buscando adiar o prazo de sábado para apresentar resultados eleitorais não oficiais.

Na sexta-feira, um juiz acatou o pedido de Scott e ordenou que o supervisor eleitoral do condado de Broward divulgasse as informações dos eleitores procuradas pelo governador.

Governador da Geórgia
Os resultados não oficiais mostram o republicano Brian Kemp com 50,3% dos votos na disputa para governador da Geórgia, o que lhe daria a maioria necessária para evitar uma eleição secundária no próximo mês.

A democrata Stacey Abrams, que espera se tornar a primeira governadora negra do país, mobilizou voluntários e funcionários para alcançar os eleitores que usaram as cédulas provisórias para garantir que seus votos sejam contados até o final da tarde de sexta-feira. Os 159 condados da Geórgia devem certificar seu total de votos até a noite de terça-feira.

A questão chave é quantas cédulas não contadas realmente faltam. Kemp disse na quinta-feira que o número está abaixo de 21.000 - o que não seria suficiente para forçar um segundo turno em 4 de dezembro. A campanha de Abrams argumenta que o total poderia ser maior, e seus advogados estão explorando opções para garantir que todos os votos sejam contados. (Caio Rinaldi, com informações da Associated Press)

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