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PARALISAÇÃO

Em nota, Empresa Brasileira de Correios de Campo Grande diz que situação pode agravar

Os funcionários dos Correios em todo o País cruzaram os braços nesta segunda-feira (9), em greve por tempo indeterminado

12 março 2018 - 12h13Da redação
Greve será por tempo indeterminado
Greve será por tempo indeterminado - Arquivo

Os funcionários dos Correios em todo o País cruzaram os braços nesta segunda-feira (9), em greve por tempo indeterminado. O principal motivo da paralisação, de acordo com a entidade, é evitar mudanças no plano de saúde dos funcionários, que envolvem a cobrança de mensalidades do titular e de dependentes. Funcionários que trabalham de madrugada paralisaram as atividades a partir das 22 horas do domingo, 11.

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos de Campo Grande se posicionou por meio de Nota à imprensa, na qual admite que, apesar de a greve ser um direito do trabalhador, desta vez a medida poderá agravar a situação.

“Esclarecemos à sociedade que o plano de saúde, principal pauta da paralisação anunciada pelos trabalhadores, foi discutido exaustivamente com as representações dos trabalhadores, tanto no âmbito administrativo quanto em mediação pelo Tribunal Superior do Trabalho e que, após diversas tentativas sem sucesso, a forma de custeio do plano de saúde dos Correios segue, agora, para julgamento pelo TST”, diz trecho da Nota publicada pela assessoria de imprensa dos Correios.

De acordo com a nota, Empresa Brasileira de Correios aguarda uma decisão do tribunal para tomar as medidas necessárias, mas ressalta que já não consegue sustentar as condições do plano, concedidas no auge do monopólio, quando os Correios tinham capacidade financeira para arcar com esses custos.

Para atender toda a população, os Correios adotaram um plano de contingência conforme a situação de cada unidade. A legislação prevê que até 30% dos empregados podem aderir à greve.

Rubeola
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