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INTERNACIONAL

Em meio à crise econômica, presidente do BC argentino renuncia

14 junho 2018 - 19h15

O presidente do Banco Central da Argentina, o economista Federico Sturzenegger, renunciou hoje (14) ao cargo. Logo depois, o governo anunciou a unificação dos ministérios de Finanças e o da Fazenda. A renúncia ocorre em meio a uma crise econômica que levou o país a pedir um empréstimo de US$ 50 bilhões ao Fundo Monetário Internacional (FMI). O ministro das Finanças, Luis Caputo, foi nomeado para chefiar o BCRA.

Em publicação no Twitter, Sturzenegger disse que foi uma honra servir o governo argentino nos últimos dez anos, agradeceu toda sua equipe e citou a crise que o país atravessa para justificar sua renúncia: "Nos últimos meses diversos fatores deterioraram minha credibilidade, como presidente do Banco Central, atributo fundamental para levar adiante a coordenação de expectativas tão importantes na tarefa a mim confiada, motivo pelo qual hoje apresento minha renúncia, indeclinável, ao cargo.".

Ministérios unificados

Em comunicado, a Casa Rosada informou que as duas pastas, agora unificadas, ficarão sob o comando de Nicolás Dujovne, até então ministro da Fazenda e principal coordenador da política econômica do país após o pedido de resgate ao Fundo Monetário Internacional.

Luis Caputo assume interinamente a presidência do BCRA, até que o Senado aprove as modificações propostas pelo governo após a renúncia.

As trocas ocorrem dentro de um processo de restruturação iniciado por Macri desde a decisão de recorrer ao FMI para conter a forte desvalorização do peso argentino em relação ao dólar.

Os ministérios de Finanças e Fazenda estavam separados desde dezembro de 2016, quando Alfonso Prat-Gay deixou o comando da pasta unificada. Na época, a decisão foi muito influenciada pelas divergências do ex-ministro com Sturzenegger.

*Com informações das agências EFE e Telam

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