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Saúde

Dores nas pernas: neuropatia periférica

31 dezembro 1969 - 21h00

 

Dores nas pernas podem ser decorrentes de Neuropatia Periférica, as manifestações são devido a alterações de sensibilidade das extremidades, ou seja, dos pés nos casos que afetam os membros inferiores.

Pessoas portadoras de doenças que comprometem a inervação das pernas queixamse de dores em queimação, acompanhadas ou não de formigamento, amortecimento e diminuição de sensibilidade. Apesar da queimação nessas áreas, muitas vezes o exame clínico não encontra aumento da temperatura local.

Os sintomas surgem principalmente à noite, havendo a necessidade de retirar os lençóis e descobrir os pés para aliviar a dor. Outros sintomas e sensações como agulhadas, fisgadas e algo escorrendo na perna, também podem ser relatadas. Sintomas desconfortáveis e dolorosos podem ocorrer quando o cérebro não consegue enviar corretamente as mensagens aos pés.

Mas a maior ameaça da neuropatia diabética ocorre quando os pés não conseguem enviar informações para o cérebro por estarem paralisados pela exposição exagerada a níveis elevados de açúcar do sangue. A polineuropatia periférica do diabético também é responsável pelo aparecimento de lesão ulcerada da planta do pé, chamada úlcera neurotrófica plantar ou mal perfurante plantar. Essas lesões localizam-se sempre em lugares de atrito repetido entre estruturas ósseas do pé e o solo.

As lesões ulcerativas na maioria das vezes são originadas por uma calosidade que com o passar do tempo se abre, progredindo para regiões profundas do pé atingindo músculos, tendões e ossos do pé. Problemas vasculares também podem ser causa de sintomas de membros inferiores, mas que se manifestam durante as caminhadas.


Muitas vezes as pessoas acreditam que as fortes dores nas pernas e nos pés podem ser apenas sinal de cansaço

A queixa mais freqüente é de dor na nádega, coxa, e panturrilha ou pé, após percorrer certa distância e que os obriga a parar. Após um período maior ou menor de descanso, eles podem andar novamente uma distância aproximadamente igual à anterior, quando são obrigados novamente a parar. Esse sintoma é típico e conhecido como claudicação intermitente.

Ao andar, os músculos precisam de uma maior quantidade de sangue para o seu metabolismo. Havendo uma obstrução arterial, a quantidade de sangue que chega não é suficiente para o perfeito funcionamento muscular e, por isso, surge à dor, que só desaparece quando a circulação se restabelece pelo repouso.


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