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Disque-Denúncia oferece de R$ 5 mil por informações sobre assassinos de delegado

14 janeiro 2018 - 11h57

Disque-Denúncia - central de atendimento para colher denúncias sobre crimes - está oferecendo uma recompensa de R$ 5 mil a quem fornecer informações que possam levar à identificação e prisão dos envolvidos no assassinato do delegado Fábio Henrique Monteiro, de 38 anos, morto a tiros na última sexta-feira, 12.

A central trabalha em parceria com a Secretaria de Estado de Segurança do Rio de Janeiro. Os relatos recebidos através das ligações anônimas são repassados às autoridades competentes. A Polícia Civil ainda tenta localizar um dos criminosos já identificado por ter participado do crime, Wendel Luis Silvestre. Ele é acusado de integrar o tráfico de drogas e considerado foragido da justiça por ter outro mandando de prisão expedido em aberto. Também há uma recompensa de R$ 5 mil por informações sobre o paradeiro de Silvestre.

O crime é tratado como prioritário pela Secretaria de Segurança do Estado. Ontem, o secretário Roberto Sá garantiu que o criminoso será preso.

"Cada um de nós que tomba é uma cicatriz que não fecha, mas que nos fortalece para que outros não passem por isso, outras famílias, outros policiais. Nós identificamos esse criminoso, esse marginal, ele vai ser preso", disse Sá.

O corpo do delegado da Polícia Civil foi sepultado neste sábado no mausoléu da instituição, no Caju. Uma hipótese é que o delegado tenha sido executado ao reagir a um assalto, mas a polícia guarda em sigilo as informações já coletadas para não atrapalhar as investigações.

Lotado na Central de Garantias Norte (CG), unidade que otimiza os flagrantes policiais, professor de direito da Acadepol, ex-agente da Polícia Federal e pai de dois filhos, Monteiro foi encontrado com várias marcas de tiros no porta-malas de seu carro na Praça Dario Rogério, perto do viaduto de Benfica e das favelas do Arará e do Jacarezinho, na zona norte, na tarde de sexta.

O local dista menos de dois quilômetros da Cidade da Polícia, complexo de unidades da Polícia Civil onde fica a CG. Monteiro saiu para almoçar e não foi mais visto pelos colegas. O crime desencadeou operações no Arará e no Jacarezinho. Dezenas de suspeitos foram levados para a Cidade da Polícia para prestar do depoimento.

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