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Deputados pedem o fim da violência contra mulher e ALMS promove solenidade

O enfrentamento da violência contra as mulheres volta a ser debatido durante sessão hoje na Assembleia

13 março 2018 - 13h04Da redação
Rinaldo e Mara convidaram a todos para sessão solene nesta quinta-feira
Rinaldo e Mara convidaram a todos para sessão solene nesta quinta-feira - Divulgação

O enfrentamento da violência contra as mulheres volta a ser debatido durante sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, no mês em que se comemora o Dia Internacional das Mulheres. O deputado Professor Rinaldo (PSDB) foi quem subiu à tribuna para registrar sua indignação devido aos altos índices de crimes e enaltecer as iniciativas de prevenção e conscientização.

Uma delas é a Lei Estadual 4.649/2015, de sua autoria, que dispõe sobre a divulgação no Estado, do serviço de disque denúncia nacional de violência contra a mulher, o disque 180. Temos sempre que trabalhar a tolerância e o respeito. Além das leis, temos que investir no fomento das políticas públicas que previnam atitudes como o feminicídio. Já sabemos que devemos ensinar o caminho para que a criança não seja desviada”, destacou Rinaldo.

O deputado também é autor da Lei 4.969/2016, que Institui a campanha Agosto Lilás e o Programa Maria da Penha vai à Escola, que visam sensibilizar a sociedade sobre a violência doméstica e familiar contra a mulher e divulgar a Lei Maria da Penha. Os deputados Mara Caseiro (PSDB), Dr. Paulo Siufi (PMDB) e José Carlos Barbosa (PSB) concordaram.

“Tudo o que for feito pela prevenção tem meu apoio. Quando vereador, fui autor da lei que permite a mulher descer fora dos pontos de ônibus após às 21h, para evitar colocá-las em risco de violências. Falamos muito em atitudes, mas é preciso oferecer segurança às mulheres”, ressaltou Siufi.

Barbosinha acrescentou que o feminicídio em Mato Grosso do Sul reduziu 20% de 2016 a 2017. “Porém foram mais de 18 mil casos de violência e mais de 1.400 mil estupros registrados. É preciso rever as questões culturais em médio e longo prazo, para que o homem perceba a igualdade de direitos entre homens e mulheres”, disse.

Para Mara Caseiro, os altos índices se dão não só pela insistente violência, mas também porque as mulheres estão sendo encojaradas a denunciar. “Nossa sociedade é machista e o empoderamento feminino coloca a mulher consciente de que tem sim que denunciar a violência. O movimento feminista, necessário, mostrou que não tem mais essa de que ‘em briga de marido e mulher não se mete a colher’, pelo contrário. Intervir pode evitar violências”, assegurou.

Sessão solene

Em alusão ao Dia Internacional da Mulher, a Casa de Leis promoverá nesta quarta-feira (14/3) a sessão solene de entrega do Troféu Celina Jallad, em homenagem às personalidades femininas que se destacam no Estado. O evento foi proposto pelas deputadas estaduais Mara Caseiro, Grazielle Machado (PR) e Antonieta Amorim (PMDB) e ocorre no Plenário Júlio Maia, a partir das 19h30, com entrada gratuita.

Denuncie

Para quem deseja denunciar violências ou buscar ajuda, Campo Grande conta com a Casa da Mulher Brasileira, que está situada na Rua Brasília, s/nº, Jardim Imá, em frente ao Aeroporto Internacional. Para informações ligue (67) 3304-7559 ou o disque-denúncia é pelo número 180, com ligação gratuita e garantia de anonimato.

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