07 de agosto de 2020 Grupo Feitosa de Comunicação
(67) 99974-5440
(67) 3317-7890
agecom
LEGADO

David Bowie e os anos 70

O maior livro já escrito sobre o artista que mudou uma geração.

11 janeiro 2016 - 12h29Da redação com informações da assessoria
HVM

David Bowie e os anos 70 – O homem que vendeu o mundo explora o rico legado da década mais produtiva e inspirada de Bowie. O livro é um relato intenso sobre como a música dele refletia e influenciava o mundo que o cercava. Mais do que isto: como o mundo que o cercava influenciava no seu processo de criação como artista. Foi durante a década de 1970 que David Bowie se tornou a lenda que é hoje, após uma série de discos incríveis, acompanhados de grandes revoluções no modo de se vestir e de incorporar diferentes personagens nos palcos – e fora deles – o que o levou a ser conhecido como o ‘camaleão do rock’.

“Entre 1974 e 1980, Bowie afastou-se 
do mundo que o cercava e criou uma 

microcultura toda sua, uma paisagem atordoante 
na qual nada se mantinha fixo e tudo o que havia 
de familiar mudava de forma diante 
dos olhos do observador.”

A biografia tem a autoria de Peter Doggett (autor de A batalha pela alma dos Beatles) que faz um exame detalhado do extraordinário processo criativo de Bowie. Na obra, Peter traz uma análise – música a música, disco a disco –musical, lírica, biográfico e cultural, ao lado de pequenos ensaios sobre os temas que influenciaram o trabalho do cantor britânico.

“Bowie era masculino e feminino, 
rei e rainha, alienígena e humano, transcendental e 
sublime; era capaz de inspirar e se entregar ao
 público, em última instância era capaz de ser o
 público, de tornar-se a encarnação dos seus
 sonhos, desejos e medos.”

O livro começa com o primeiro grande sucesso do cantor, Space Oddity (1969) e termina em 1980, com o lançamento de Scary Monsters. Peter Doggett fez questão de apresentar cada momento de Bowie em detalhes, explicando como as roupas e atitudes dele, tiveram um impacto na música e no comportamento da época. O livro também fala da relação do artista com outras personalidades da época, como Andy Warhol, Iggy Pop e Lou Reed. Diferente de outros livros já escritos, Peter Doggett se concentrou em falar de David Bowie como um artista produtivo, polêmico e com grande tino para se autopromover, e não como uma celebridade e seus escândalos. O livro ainda destaca a criação do personagem alienígena Ziggy Stardust, o mito máximo de astro de rock e que rendeu ao Bowie notoriedade.

“O rock’n’roll tem sido um tédio, a não ser pelo trabalho do David.” 
Lou Reed

Por ser organizada cronologicamente em músicas, essa biografia ajuda o leitor a ter uma ideia da mutação do cantor, desde sua figura andrógena do início da década, que abusava de psicodelia e maquiagem para compor seus personagens, até o sujeito de cara lavada mais depressivo, e que queria ser apenas o ‘verdadeiro David Bowie’ do início dos anos 80. Além da música, o escritor Peter Doggett ainda dá pinceladas da participação de Bowie em filmes daquela época.

David Bowie e os anos 70 – O homem que vendeu o mundo chega ao publico brasileiro pela editora Nossa Cultura.

Sobre o autor - Peter Doggett escreve sobre música pop, indústria do entretenimento e história social e cultural, desde 1980. Jornalista e colaborador dos periódicos ingleses Mojo, Q e GQ. Mais recentemente, publicou uma enciclopédia história da contracultura e seus protagonistas na década de 1960: There’s a Riot Goig On

Banner Whatsapp Desktop
GAL COSTA

Últimas Notícias

ver todas as notícias

Enquete

Você vai fazer compras de Dia dos Pais neste ano?

Votar
Resultados
FORT ATACADISTA - Auxilio Emergencial  (interno)
agecom - fullbanner
Cornavirus