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Como contar histórias para bebês?

Parece tarefa simples, e pode ser mesmo, mas exige alguns cuidados para que esses momentos sejam bem aproveitados

28 dezembro 2015 - 12h19Da redação
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Parece tarefa simples, e pode ser mesmo, mas exige alguns cuidados para que esses momentos sejam bem aproveitados e favoreçam o entendimento do bebê e o vínculo entre ele e você.

Além do prazer de ouvir sons e observar movimentos, os bebês e as crianças pequenas, por meio das histórias, podem desenvolver melhor a linguagem. Por isso, atividades de leitura precisam fazer parte da rotina.

Para tornar esse momento especial, de maior vínculo e aprendizado, é importante que:

- você use um tom de voz suave, evitando gritos ou alterações repentinas de voz que podem assustar os bebês;

- não faça movimentos bruscos com o corpo, porque também assustam;

- insira objetos na contação de história, optando por elementos simples e coloridos;

- evite narrativas longas, optando por cantigas, parlendas e pequenos contos;

-  associe a contação com a hora do sono, já que as histórias acalmam os bebês;

- opte por obras com figuras grandes e coloridas, que estimulam a percepção visual;

- toque a criança com carinho e cuidado.

Veja algumas sugestões de pequenas histórias que extraímos da matéria publicada no site Pra Gente Miúda, que inspirou este post.

Rei e rainha – Essa é a história do rei e da rainha. Ela queria fazer um bolo, mas não tinha farinha.

Dica: ao contar este miniconto, faça os gestos da rainha batendo a massa de um bolo.


Cadê o toucinho? – Cadê o toucinho que estava aqui? O gato comeu. Cadê o gato? Está no mato. Cadê o mato? O fogo queimou. Cadê o fogo? A água apagou. Cadê a água? O boi bebeu. Cadê o boi? Está amassando o trigo. Cadê o trigo? A galinha ciscou. Cadê a galinha? Está botando o ovo. Cadê o ovo? O padre comeu. Cadê o padre? Está rezando missa. Onde é a missa? Por aqui, por aqui, no altar.

Dica: comece a parlenda fazendo movimentos bem suaves na mãozinha da criança e vá subindo pelo braço. Na hora do “por aqui, por aqui, no altar”, faça cócegas nas axilas da criança, suavemente.

 

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