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Após as duas mortes de 2016, parte da ciclovia Tim maia volta a desabar no Rio

A obra foi realizada pelo consórcio Concremat-Concrejato

15 fevereiro 2018 - 08h19
No desabamento ocorrido em 2016, as ondas chegavam a 4 metros de altura e batiam no costão da Avenida Niemeyer
No desabamento ocorrido em 2016, as ondas chegavam a 4 metros de altura e batiam no costão da Avenida Niemeyer - Foto: Custódio Coimbra / O Globo

Um novo trecho da ciclovia Tim Maia, entre São Conrado e Barra da Tijuca, na zona sul do Rio afundou perto da saída do Túnel do Joá em consequência das fortes chuvas que atingiram a capital entre a noite desta quarta-feira, 14, e madrugada desta quinta, 15.

É a segunda vez que a estrutura sofre com esse tipo de problema. No dia 21 de abril de 2016, duas pessoas morreram na via que liga os bairros do Leblon e São Conrado. A ciclovia havia sido inaugurada pela prefeitura do Rio apenas três meses antes. A causa do primeiro desabamento foi o choque de ondas contra a estrutura da passarela.

Outras falhas haviam sido detectadas anteriormente na ciclovia. Passados seis dias da inauguração, em 17 de janeiro de 2016, foram detectadas falhas no guarda-corpo de estrutura metálica da via. Também houve queixas de assaltos.

Especialistas consideram que houve uma falha na construção, um dos legados da Olimpíada de 2016. A obra foi realizada pelo consórcio Concremat-Concrejato.

No desabamento ocorrido em 2016, as ondas chegavam a 4 metros de altura e batiam no costão da Avenida Niemeyer. Uma corrente de água, vinda de baixo para cima, levantou o leito da passarela e derrubou um trecho de 50 metros, por onde passavam ciclistas e pedestres, causando as mortes.

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