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O REI DE MÔNACO

22 anos após sua morte, legado de Ayrton Senna permanece vivo

Sempre preocupado com os problemas sociais, seu legado permanece vivo até hoje, por meio o Instituto Airton Senna

30 abril 2016 - 15h30Da redação
Senna morreu em um acidente no Autódromo Enzo e Dino Ferrari, em Ímola, durante o Grande Prêmio de San Marino de 1994
Senna morreu em um acidente no Autódromo Enzo e Dino Ferrari, em Ímola, durante o Grande Prêmio de San Marino de 1994 - Reprodução

Seja você quem for, seja qual for a posição social que você tenha na vida, a mais alta ou a mais baixa, tenha sempre como meta muita força, muita determinação e sempre faça tudo com muito amor e com muita fé em Deus, que um dia você chega lá. De alguma maneira você chega lá.

Ayrton Senna

Ayrton Senna é considerado o melhor piloto brasileiro de todos os tempos e um herói para os amantes do automobilismo. São 22 anos sem a lenda que faleceu aos 34 anos durante uma corrida do Grande Prêmio de San Marino no dia 1º de maio de 1994. Sempre preocupado com os problemas sociais, seu legado permanece vivo até hoje, por meio o Instituto Ayrton Senna.

Impulsionados pelo desejo do tricampeão de Fórmula 1, o Instituto Ayrton Senna é uma organização sem fins lucrativos que trabalha em prol de crianças e jovens por meio da educação. A missão da instituição é construir soluções concretas para os problemas da educação básica no Brasil.

O que poucos sabem é que, após sua morte, foi descoberto que Senna havia doado em segredo uma porção muito grande de sua fortuna pessoal (estimada em cerca de US$ 400 milhões) para ajudar as crianças pobres. E também, havia criado uma estrutura de uma organização dedicada às crianças pobres brasileiras, que mais tarde se tornou o Instituto Ayrton Senna.

Curiosidades

A reforma do autódromo de Interlagos em 1990 teve uma mudança radical no traçado, foi proposta para seguir as regras de limites de distância de um circuito da FIA, e uma grande curva inclinada foi sugerida para ligar a reta dos boxes à curva do sol. Ayrton propôs um "S" que ligasse as duas retas, daí o nome de "S do Senna", pelo design do tricampeão, e não somente uma homenagem dada a ele. Com a morte de Ayrton Senna, novas normas de segurança foram implementadas para a F1. Novas barreiras, curvas redesenhadas, altas medidas de segurança e o próprio cockpit dos pilotos foram mudanças feitas na F1, ligadas diretamente à sua morte.

Em 2005 o cantor italiano Cesare Cremonini gravou uma canção intitulada Marmelata #25 e, no refrão, há um trecho que diz: "Ahh! Desde que Senna não corre mais… não é mais domingo".[57] Em 1994, o cantor Elymar Santos gravou uma música chamada "Guerreiros não morrem jamais" em homenagem ao piloto.

Em 2014, ano em que completou duas décadas de sua morte, a escola de samba do Rio de Janeiro, Unidos da Tijuca, levou o tricampeão mundial de Fórmula 1 de volta às pistas. O piloto foi tema do enredo "Acelera, Tijuca!", em 2014, na Marquês de Sapucaí. 

Airton Senna é considerado um dos maiores ídolos do esporte no Brasil, ganhando inclusive a alcunha de herói nacional por parte da mídia especializada.

Trajetória
Ayrton Senna da Silva nasceu em São Paulo,  no dia 21 de março de 1960 e morreu em Bolonha no dia 1 de maio de 1994. Foi piloto brasileiro de Fórmula 1, três vezes campeão mundial, nos anos de 1988, 1990 e 1991, vice-campeão no controverso campeonato de 1989 e em 1993. Senna morreu em um acidente no Autódromo Enzo e Dino Ferrari, em Ímola, durante o Grande Prêmio de San Marino de 1994. 

O brasileiro está entre os pilotos de Fórmula como 'Um mais influentes e bem-sucedidos da era moderna' e é considerado um dos maiores pilotos da história do esporte. Em 2012, foi eleito pela rede BBC o melhor piloto de todos os tempos.

O início de  sua carreira foi em competições de kart, onde era conhecido como "42", número que utilizou nos campeonatos nacionais. Mudou-se para competições de automobilismo em 1981, consagrando-se campeão do Campeonato Britânico de Fórmula 3 após dois anos de sua estreia.[8] Seu bom desempenho na Fórmula 3 impulsionou sua ascensão à Fórmula 1.

Em 1988, juntou-se o francês Alain Prost (que seria seu maior rival em sua carreira)[11] na McLaren-Honda e viveu anos vitoriosos pela equipe. Os dois juntos venceram 15 dos 16 grandes prêmios daquela temporada e Senna sagrou-se campeão mundial pela primeira vez. Em 1994, ano de sua morte, negociou sua transferência para Williams.

Sua reputação de piloto veloz ficou marcada pelo recorde de pole positions que deteve. Sobre asfalto chuvoso, demonstrava grande capacidade e perícia, como demonstrado em atuações antológicas nos GPs de Mônaco 1984, de Portugal 1985 e da Europa 1993. Senna, até o fim de sua carreira, deteve o recorde de maior número de vitórias no prestigioso Grande Prêmio de Mônaco - seis.