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MUNDIAL DE MOTOCROSS

Piloto de Maracaju é vice-campeão do 34º Mundial de Motocross para Veteranos nos EUA

Junior Feitosa ficou em 2º lugar na categoria MX5 para pilotos de 50 anos de idade

10 novembro 2018 - 11h40Da redação com informações da assessoria
O piloto sul-mato-grossense conta que ficou em 2º lugar na primeira bateria e na segunda bateria que definiu o título disputou do começo ao fim com o primeiro colocado, um norte-americano.
O piloto sul-mato-grossense conta que ficou em 2º lugar na primeira bateria e na segunda bateria que definiu o título disputou do começo ao fim com o primeiro colocado, um norte-americano. - Divulgação


“Foi uma experiência muito gratificante, nunca tinha participado antes de uma prova dessa dimensão, nunca tinha corrido nos Estados Unidos”, disse o piloto de motocross Junior Feitosa, de Maracaju (MS), que conquistou o vice-campeonato da 34ª edição do World Vet Motocross, competição que ganhou a alcunha de “Mundial de Veteranos” por reunir lendas do esporte de diversos países e foi realizada no dia 4 de novembro na ensolarada Califórnia, nos Estados Unidos.
 
Ele representou Mato Grosso do Sul e o Brasil na competição realizada na pista de Glen Helen, que reuniu mais de 1,2 mil pilotos, incluindo os também brasileiros Richard Berois, Jorge Negretti, Marcos Gerbi, Roque Colman, Luciano Farias, Gilmar Meneghini e Rogério Schmitt. “Fui 15 dias antes para treinar nas pistas norte-americanas e dessa forma me aclimatar porque são quatro horas de fuso horário”, recordou.
 
Junior Feitosa recorda que sempre participou de provas no Brasil, onde corre há 27 anos e conquistou 14 títulos estaduais e vários pódios no Campeonato Brasileiro. “Nunca tinha participado de uma prova dessa magnitude. Afinal de contas, é um mundial, mesmo sendo de veteranos, mas hoje sou veterano e participei da categoria 50+. A pista é monstruosa com quase três minutos a volta da pista, 20 minutos cada bateria, foram duas baterias de 20 minutos, mais duas voltas”, lembrou.
 
O piloto sul-mato-grossense conta que ficou em 2º lugar na primeira bateria e na segunda bateria que definiu o título disputou do começo ao fim com o primeiro colocado, um norte-americano. “Estava na cola dele mesmo, foi um prova muito divertida, muito disputada, quase passei, cheguei a alinhar a moto com ele, mais não consegui a ultrapassagem. A pista, além de muito grande, vai estragando, dificultando cada vez mais, com muitos buracos, porém, como estava muito bem condicionado e treinado, tive um bom desempenho”, afirmou.
 
O veterano piloto admite que não esperava um resultado tão expressivo na primeira vez em que participou do mundial. “Quase ganhei uma prova do mundial, mas eu estou muito satisfeito com o vice-campeonato porque realmente não tinha diferença nenhuma entre eu e o primeiro colocado. Maravilha de organização. Experiência muito boa e uma alegria representar o Brasil e Mato Grosso do Sul. Pretendo voltar no próximo ano”, garantiu, agradecendo os seus patrocinadores Berlim Pré-Moldados, Maracamotos e Point Graphics.
 
História
 
O World Vet Motocross Championship reúne, anualmente, pilotos de todo o globo para as disputas na pista de Glen Helen, localizada em San Bernardino, no sul da Califórnia, local de grandes disputas do motociclismo off-road como Red Bull X-Fighters e etapas do AMA e do Mundial de Motocross.
 
O World Vet Motocross Championship é o evento mais importante do mundo para os veteranos. É uma competição comemorativa de fim de ano que reúne pilotos do mundo inteiro, sendo disputado em dois dias, com mais de 15 categorias indo de 25+ até 70+. Nomes como Gary Jones, Rex Staten, Jeff Ward, Erik Kehoe, Warren Reid, Kent Howerton, Torlief Hanssen, Alan Olson, Rich Thorwaldson, Ron Turner, Feets Minert, Kyle Lewis, Casey Johnson, J.N. Roberts, Lars Larsson, Eyvind Boyesen, Andy Jefferson, Zoli Berenyi, Ryan Hughes e Doug Dubach já foram campeões.
 
Além das disputas, outra coisa que chama a atenção é o que gira em torno do evento, multicampeões são homenageados, público e participantes tem acesso ao “museu do motocross”, onde ficam expostas verdadeiras relíquias usadas em provas das décadas de 60 e 70, mostrando todo o amor do americano pela modalidade. É unanimidade entre os pilotos brasileiros que vão correr nos Estados Unidos, a experiência é única, e diferente do Brasil, bem acessível.
 

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