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ESPORTE

'Neste ano teremos uma solução para a arena', afirma novo diretor corintiano

"Ainda temos a Caixa, o BNDES, a Prefeitura, o Estado. Nenhuma das partes quer outra coisa se não a solução do problema", disse Rosenberg

13 fevereiro 2018 - 08h35
O pagamento do estádio é o assunto mais preocupante da nova diretoria. Rosenberg afirmou que é a maior prioridade dentro do clube
O pagamento do estádio é o assunto mais preocupante da nova diretoria. Rosenberg afirmou que é a "maior prioridade dentro do clube" - Foto: Superesportes

O Corinthians deve encontrar uma solução para o pagamento de sua arena ainda neste ano. A afirmação é de Luis Paulo Rosenberg, diretor de marketing e comunicação do Corinthians e principal responsável de renegociação dos contratos do Itaquerão com Odebrecht e a Caixa Econômica Federal. "Acho que, neste ano, teremos uma solução satisfatória para todas as partes", afirmou o dirigente em entrevista ao canal de TV paga ESPN Brasil.

O pagamento do estádio é o assunto mais preocupante da nova diretoria. Rosenberg afirmou que é a "maior prioridade dentro do clube". O preço total da arena no momento, contando juros, é de aproximadamente R$ 1,3 bilhão, de acordo com membros da diretoria anterior. A oposição fala que o preço da obra pode chegar aos R$ 2 bilhões.

A diretoria comandada por Roberto de Andrade deixou bem encaminhado um novo acordo com a Caixa para o pagamento do financiamento, mas ainda é preciso aparar algumas arestas e acertar um acordo com a Odebrecht, que tem valores a receber do clube e, por outro lado, valores a pagar. Além disso, a arena possui obras inacabadas. Após quatro anos de inauguração, o estádio continua sem o naming rights.

"O clube está inadimplente. Isso é abominável para nós. Precisamos regularizar essa situação. É uma operação complexa", diz Rosenberg. "Na relação Corinthians e Odebrecht, existem duas vertentes. Uma é do construtor com o dono do estádio. Não entregaram o estádio que a gente combinou, mas entregaram o melhor estádio do Brasil. Esse é o ponto inicial. A outra é que a Odebrecht é garantidora em caso de inadimplência do Corinthians", enumera.

"Ainda temos a Caixa, o BNDES, a Prefeitura, o Estado. Nenhuma das partes quer outra coisa se não a solução do problema", disse Rosenberg, que retornou à diretoria do clube após cinco anos. "O importante é que vejo um clima favorável para a negociação".

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