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'Melhor jogador da Copa tem de ser croata', diz Rakitic a dois dias da decisão

Mesmo sendo um dos concorrentes ao posto, meia defende prêmio a Modric: 'Nosso capitão mais do que merece'

13 julho 2018 - 12h47
Ivan Rakitic, meia da seleção croata e do Barcelona
Ivan Rakitic, meia da seleção croata e do Barcelona - Divulgação

O meio-campista Ivan Rakitic, um dos destaques da campanha da finalista Croácia na Copa do Mundo, defende que um croata seja escolhido como o melhor jogador do torneio antes mesmo da decisão de domingo diante da França. Ele próprio é um dos concorrentes, mas o favorito, entre os jogadores croatas, é seu companheiro Luka Modric.

"O jogador do torneio tem que ser um croata, com certeza. E nosso capitão mais do que merece. Estou certo de que as pessoas da Fifa estão atentas a isso. Eu acho que também haverá croatas no time ideal da Copa. Mas nenhum de nós está pensando nisso. Nós queremos ganhar no domingo. O resto será consequência", afirmou o atleta do Barcelona em entrevista coletiva nesta sexta-feira no estádio Luzhniki, em Moscou.

O jogador de 30 anos revela que acompanhou como a campanha histórica modificou o país nas últimas semanas. Ele afirma que a seleção joga por toda a população. "São cinco milhões de croatas que estarão em campo. Não são apenas 23 jogadores ou a comissão técnica. É um país inteiro", enfatizou.

Nascido na Suíça e filho de croatas, o meia escolheu defender o país e que está realizando um sonho. "Acho que não há sentimento melhor do que ser croata. Quando eu decidi jogar pela Croácia, eu tinha sonhos. Eu queria jogar uma final de um grande campeonato a cada dois anos. E chegar aqui é a realização de um sonho".

Rakitic teve participação importante na campanha croata rumo à decisão. Fez um gol diante da Argentina na vitória por 3 a 0 sobre a rival e converteu seus pênaltis diante da Dinamarca e da Rússia. Na final da campanha histórica, o jogador nega clima de vingança por causa da derrota para a mesma França na semifinal da Copa de 1998. A Croácia foi terceira colocada e a França acabou campeã daquela competição realizada em solo francês.

"Eu não acredito que exista um jogador na França ou na Croácia que continue jogando e que estava em 1998. Temos que deixar o passado de lado um pouco. A história é a história. Lembramos dos gols de Thuram por muitos anos, mas temos que deixar isso de lado. Eles ganharam a Copa e mereceram. E nós queremos ganhar no domingo. Nós temos o maior respeito pela França. Mas é outro jogo. E depende de nós jogar bem e levar a taça para casa", concluiu.

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