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Após protesto da torcida, Euriquinho ironiza críticas e ataca oposição no Vasco

13 janeiro 2018 - 11h46

A crise política vivida pelo Vasco desde o ano passado teve mais um capítulo na manhã deste sábado. Torcedores foram a São Januário e protestaram contra a administração do presidente Eurico Miranda, inclusive pedindo a saída dele, após as acusações do candidato Julio Brant de que a diretoria cruzmaltina estaria realizando um "desmanche" proposital no clube.

"Fora Eurico", "pela moralização do Vasco" e "anula a urna 7" eram os dizeres de algumas das faixas levadas pela torcida. Os cantos entoados também pediam a saída do presidente, o chamavam de "ditador" e atacavam até alguns jogadores. Anderson Martins, que saiu para o São Paulo, foi classificado como "mercenário". Já o goleiro Martín Silva e o atacante Paulinho foram exaltados.

A crise vascaína ganhou novos contornos na última sexta, quando o candidato da oposição Julio Brant acusou Eurico de agir deliberadamente para desmanchar o elenco do time profissional e até mesmo a estrutura do clube. Ele explicou que registrou um boletim de ocorrência sobre para que a polícia e a Justiça investiguem as informações de que objetos, computadores e equipamentos estariam sendo retirados de São Januário.

O Vasco respondeu e acusou o candidato de tentar "boicotar" o clube. Eurico também se posicionou e chamou Brant de "irresponsável". Neste sábado, foi a vez do filho do presidente, Eurico Brandão, o Euriquinho, vice de futebol do clube, falar sobre o caso.

"A política do Vasco me dá nojo. A cultura do ódio que se perpetua no Vasco vai acabar com o clube", considerou. "Independentemente de quem for ser presidente do clube, eu não irei mais continuar. O cargo de vice-presidente é muito desgastante, você acaba fazendo inimizades com torcida, com a imprensa, e isso não dá mais pra mim."

Como seu pai já havia feito, Euriquinho atacou a candidatura de Julio Brant, desaprovou o comportamento do rival e acabou sobrando até para o ex-jogador Edmundo. Apoiador de Brant, o ídolo vascaíno foi bastante criticado pelo dirigente, que o chamou de "mau homem".

"O Julio Brant está escondido. Quem é Julio Brant? O presidente será o Edmundo. Ele é quem está por trás de tudo. O Brant é só uma imagem", afirmou. "É um cara que não tem caráter. A imagem que tenho do Edmundo é de quando fui buscar ele numa cela fria, acusado de três homicídios. Me esquece. Ele é um mau pai, mau filho e mau homem."

Sobre as acusações de desmanche de Brant, Euriquinho minimizou as saídas dos jogadores. Além de Anderson Martins, o Vasco perdeu o lateral Madson para o Grêmio e está prestes a ver o meia Mateus Vital assinar com o Corinthians. O dirigente garantiu que todas as negociações foram respaldadas pela comissão técnica e descartou novas vendas.

"Não há nenhum outro atleta com previsão de sair do Vasco, apesar de o técnico Zé Ricardo ainda estar analisando o elenco", comentou. "É importante salientar que o planejamento todo está sendo feito. Conseguimos cumprir quase tudo até agora. A única saída que não tínhamos a previsão era a do Madson, mas conseguimos repor com o Rafael (Galhardo). As outras já tínhamos a expectativa."

Euriquinho ainda ironizou as críticas que o Vasco recebeu sobre a negociação de Mateus Vital. "Hoje, o Vital virou craque, né? Depois que saiu do Vasco, virou craque. Nos últimos três jogos, foi extremamente vaiado pela torcida. O Mateus Vital era um menino que sempre acreditamos no potencial. Teve uma bela proposta pessoal e o Vasco achou interessante."

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