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CINEASTA

Woody Allen comemora 80 anos nessa terça (1º)

O cineasta é conhecido pelo seu bom humor e o sucesso de seus filmes, que já lhe renderam quatro oscars.

30 novembro 2015 - 09h41Suelen Morales
Woody Allen se descreve da seguinte maneira As pessoas sempre se enganam em duas coisas sobre mim: pensam que sou um intelectual (porque uso óculos) e que sou um artista (porque meus filmes sempre perdem dinheiro).
Woody Allen se descreve da seguinte maneira "As pessoas sempre se enganam em duas coisas sobre mim: pensam que sou um intelectual (porque uso óculos) e que sou um artista (porque meus filmes sempre perdem dinheiro)". - Divulgação
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Woody Allen, é um cineasta, roteirista, escritor, ator e músico norte-americano. Allen, completa 80 anos na próxima terça-feira (1º de dezembro) e carrega uma bagagem cinematográfica com mais de 40 filmes. Ele é autor de grandes filmes como: Manhattan (1979), Bullets Over Broadway (1994), Match Point (2005), Meia-noite em Paris (2011) e Blue Jasmine (2013). 

O cineasta,  foi indicado 23 vezes e ganhou quatro Oscars: três de Melhor Roteiro Original e um de Melhor Diretor (Annie Hall). Ele tem mais indicações ao Oscar de roteiro do que qualquer outro roteirista: são dezesseis indicações.

Além disso, Woody Allen, é apaixonado pela música. Ele toca clarinete e se apresenta regularmente como um clarinetista de jazz em locais pequenos em Manhattan. Sua ligação com a música, principalmente com o Jazz, pode ser conferida em todos os seus filmes, dos quais é responsável também pela escolha da trilha sonora. 

O crítico de cinema Roger Ebert descreve Allen como "Um tesouro do cinema". Mas, Woody Allen se descreve da seguinte maneira "As pessoas sempre se enganam em duas coisas sobre mim: pensam que sou um intelectual (porque uso óculos) e que sou um artista (porque meus filmes sempre perdem dinheiro)".

Sobre algumas curiosidades do genial Woody Allen, em um de seus livros ele conta que quando termina o roteiro de um filme, acabou ali. "É uma pena  precisar ir e fazer o filme. Então quando acabo de  fazer, acabou mesmo. Não tenho absolutamente nenhum interesse no filme. Não vejo meus filmes", revela.

Dono de uma grande  excentricidade, o cineasta  comprou uma casa de praia, levou um  ano para decorar ,contratou arquitetos e deixou a casa incrivelmente bonita. Depois de um ano  de trabalho  a casa de praia ficou pronta, ele passou sua primeira noite lá e  chegou a conclusão nesta noite, que a casa não era para ele. Woody, se considera um homem do "Aslfalto", urbano. Adora o barulho de trânsito, adora ficar no seu apartamento em Nova York,  escrevendo e sabendo que  está a metros de restaurantes, cinemas, livrarias, etc.

10 melhores filmes de Woody Allen:

1º Manhattan (1979)


O filme mostra de forma elegante e sofisticada alguns motivos que podem fazer a vida valer a pena. A cena em que Isaac está deitado no sofá gravado ideias para um conto e se depara com a questão “Por que vale a pena viver?” é uma das mais emblemáticas do cinema e nos convida a fazer uma reflexão sobre as nossas próprias escolhas. 

2º Crimes e Pecados (1989)


“Nada escapa aos olhos de Deus”. O longa promove discussões sobre adultério, crime, religião, moral e filosofia. 

3º Noivo Neurótico, Noiva Nervosa — (1977)


O longa foi agraciado com o Oscar de melhor filme, melhor diretor, melhor roteiro original e melhor atriz coadjuvante, para Diane Keaton. Tomou de George Lucas a estatueta, concorrendo com “Guerra nas Estrelas”. A comédia romântica mostra o relacionamento de um comediante judeu (Alvy Singer) e uma cantora (Annie Hall). 

4º Hannah e Suas Irmãs (1986)


Em reuniões familiares para comemoração do dia de Ação de Graças vemos histórias de amor se cruzarem criando um painel de relacionamentos no qual as mulheres representam a força e o poder de dominar os homens. O filme ganhou o Oscar de melhor ator coadjuvante (Michael Caine), melhor atriz coadjuvante (Dianne Wiest) e melhor roteiro original. 

5º A Rosa Púrpura do Cairo (1985)


Homenagem à sétima arte, “A Rosa Púrpura do Cairo” se concentra na personagem de Cecília (Mia Farrow) que busca refúgio quase todas as noites no cinema. Durante a Grande Depressão ela passa por conflitos em seu casamento e isso a faz “viajar” em uma ficção que em alguns momentos se mistura a sua vida real. 

6º Zelig (1983)


O falso documentário é uma comédia e ao mesmo tempo uma crítica ao modo de vida americano. O personagem Leonard Zelig (Woody Allen), o camaleão-humano que virou celebridade nos anos de 1920-1930, muda de características físicas e comportamentais em busca de sua verdadeira identidade. 

7º  A Era do Rádio (1987)


Um dos filmes mais biográficos de Woody Allen. Ele admite que boa parte do que é mostrado no longa fez parte de sua vida, principalmente na infância, onde viveu numa casa com muitos familiares: pai, mãe, avós, tias e tios. A produção é marcada por várias histórias que são vivenciadas no decorrer do período áureo do rádio nos Estados Unidos — entre 1930 e 1940. 

8 Meia-Noite em Paris (2011)


Como em “A Rosa Púrpura do Cairo” o nome do protagonista de “Meia-Noite em Paris” é Gil. O filme narra com uma pitada de fantasia e nostalgia o amor que o personagem Gil (Owen Wilson) nutre pela Paris dos anos 1920. Todos os dias o roteirista passeia pelas ruas parisienses e à meia-noite é transportado para as grandes festas com muitos intelectuais e personalidades importantes da Cidade Luz. Para a sua feliz surpresa acaba conhecendo F. Scott Fitzgerald, Ernest Hemingway, Cole Porter e Gertrude Stein que lê o seu livro para fazer críticas e ajudá-lo na escrita.  Levou o Oscar de melhor roteiro original. 

9º Ponto Final ( 2005)


Sucesso de público e crítica, é um drama que conta a história do ambicioso Chris Wilton (Jonathan Rhys Meyers), um professor de tênis, e a bela Nola Rice (Scarlett Johansson), uma jovem que tentava a carreira de atriz. Após uma gravidez não planejada, Chris Wilton vê os seus planos de entrar para a rica família de Chloe (Emily Mortimer) ir por água abaixo. 

10º Tudo o que Você Sempre Quis Saber Sobre Sexo mas Tinha Medo de Perguntar (1972)


O filme foi inspirado no livro do médico psiquiatra David Reuben, que havia se tornado grande sucesso de vendas na época. São histórias distintas que ironizam as dúvidas em torno da sexualidade. 

 

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