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Confira as cinco superstições mais comuns nesta sexta-feira 13

Alguns hábitos como não abrir guarda-chuva dentro de casa ou bater na madeira estão tão arraigados na crendice popular brasileira que todos seguem e ninguém sabe bem o porquê

13 julho 2018 - 17h21Bruna Garcia
Sexta-feira 13 é uma longa série de filmes de terror americano dos anos 80. Desde então, sempre que o dia 13 cai numa sexta-feira, a referência ao terror é lembrada
Sexta-feira 13 é uma longa série de filmes de terror americano dos anos 80. Desde então, sempre que o dia 13 cai numa sexta-feira, a referência ao terror é lembrada - Foto: Reprodução

O receio de não passar por baixo de escada, evitar cruzar com gato preto na rua e fazer um pedido ao visualizar números iguais ( ex. 11:11) são crenças repassadas de geração em geração e que podem mudar de acordo com o local onde se vive. Em São Petersburgo, na Rússia, por exemplo,  todos são fascinados por gatos. Lá, as pessoas têm o hábito supersticioso de quando adquirem uma casa ou apartamento novo o primeiro a entrar na casa deve ser o gato da família. Acredita-se que, assim, a casa está livre de maus espíritos. 

Para quem sempre viu com maus olhos a sexta-feira 13, mesmo sem saber o motivo, uma breve explanação: Sexta-feira 13 é uma longa série de filmes de terror americano dos anos 80. Desde então, sempre que o dia 13 cai numa sexta-feira, a referência ao terror é lembrada.

Perguntamos a cinco campo-grandenses quais a superstição deles, nesta sexta-feira, 13, ou em qualquer dia do ano:

“Eu entro com o pé direito em todos os lugares, até no banheiro da minha casa” disse  a estudante de Estética Priscila de Paula.

Jessika Souza Valverde disse que só corta o cabelo na transição de Lua Nova para a Lua Crescente. A arquiteta também não deixa que passem a vassoura sobre seu pé, com receio de que não irá casar.

O estudante de Jornalismo Samuel Godoy, 18 anos, nos contou que não toma banho de olhos fechados. Resquícios de quem já viu várias vezes o filme "Psicose".

Não contar projetos que ainda não se concretizaram foi a revelação de Tasmin Echeverria, 24 anos, para evitar o “olho gordo”. "Se contar antes, acaba não se realizando" acredita a estudante de Turismo.

Francieli Alves Pereira, arquiteta, 25 anos, disse que não deixa o chinelo virado para baixo, com medo de que sua mãe possa morrer.

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