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ECONOMIA

Taxas longas de juros fecham em leve alta em dia ruim para ativos emergentes

13 Novembro 2017 - 16h04

Os juros futuros fecharam a sessão regular desta segunda-feira, 13, entre a estabilidade e leve alta no caso dos contratos de longo prazos, após alternarem altas e baixas durante todo o dia. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) encerrou em 7,27%, de 7,29% no ajuste de sexta-feira e a do DI para janeiro de 2020 passou de 8,57% para 8,58%. A taxa do DI para janeiro de 2021 subiu de 9,41% para 9,44% e a do DI para janeiro de 2023 avançou de 10,18% para 10,25% (máxima).

Após passarem a manhã rondando os ajustes anteriores, as taxas ensaiaram queda no começo da tarde, quando bateram mínimas, mas o movimento não prosperou e zeraram a o recuo para voltarem a oscilar perto dos ajustes anteriores. Profissionais da área de renda fixa lembram que as taxas subiram muito na sexta-feira e hoje haveria um potencial de melhora com o noticiário em torno da reforma ministerial e da Previdência, mas o cenário externo atrapalhou. "Tivemos notícias positivas no fim de semana, mas o dia não é bom nos mercados globais", afirmou o diretor de gestão de renda fixa e multimercados da Quantitas, Rogério Braga.

É vista com bons olhos a informação de que presidente Michel Temer deve tirar do papel, nas próximas semanas, a reforma ministerial, o que deve abrir caminho para a tramitação da reforma da Previdência. Com o PSDB já admitindo que deixará o governo, o partido deve perder metade de seus ministérios, enquanto PMDB e PP podem ganhar novas cadeiras.

Como apurou o Broadcast Político, o Planalto quer tornar a composição do governo proporcionalmente mais justa aos votos obtidos por cada partido em pleitos importantes. Nesse sentido, o PSDB é visto como uma legenda que entrega menos do que outros partidos aliados ao governo.

Nesta segunda-feira, em evento da Câmara Brasileira de Comércio, em Londres, o diretor de Política Monetária da instituição, Reinaldo Le Grazie, disse que o governo tem tido sucesso com as reformas e que a próxima é a da Previdência, mas que é difícil responder o quanto o mercado já precificou.

O dólar esteve em alta ante a maioria de moedas de países emergentes durante todo o dia. No Brasil, era negociada em R$ 3,2959 (+0,32%) às 16h22. Nos Treasuries, as taxas avançavam, com a da T-Note de dez anos novamente próxima a 2,40%, em 2,395%.

Os investidores mantêm uma postura defensiva diante dos riscos de atraso da reforma tributária nos EUA, embora o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, tenha mostrado confiança de que será aprovada ainda neste ano.

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