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ECONOMIA

Taxas curtas de juros voltam a fechar em alta e longas ficam estáveis

A agenda doméstica esteve esvaziada nesta quarta, possibilitando aos investidores a se concentrarem em fatores técnicos, que, por sua vez, têm como pano de fundo o otimismo com os fundamentos domésticos

14 março 2018 - 15h51
A agenda doméstica esteve esvaziada nesta quarta, possibilitando aos investidores a se concentrarem em fatores técnicos, que, por sua vez, têm como pano de fundo o otimismo com os fundamentos domésticos
A agenda doméstica esteve esvaziada nesta quarta, possibilitando aos investidores a se concentrarem em fatores técnicos, que, por sua vez, têm como pano de fundo o otimismo com os fundamentos domésticos - Infográfico: Bovespa / Google

Os juros futuros de curto prazo encerraram a sessão regular em alta e os longos, estáveis. A ponta curta foi conduzida por um movimento de realização de lucros, após ter devolvido muito prêmio na semana passada, o que, diante da percepção de que o cenário de médio prazo para a inflação e para a Selic é tranquilo, levou os agentes a aplicarem nos vencimentos longos. Estes chegaram a operar em baixa na manhã desta quarta-feira, 14, mas foram para perto dos ajustes de terça, dada a piora no humor externo.

A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 terminou a sessão regular a 6,485%, de 6,459% no ajuste anterior, e a do DI para janeiro de 2020 subiu de 7,29% para 7,35% (máxima). A taxa do DI para janeiro de 2021 também terminou na máxima, de 8,23%, de 8,19% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2023 terminou com taxa de 9,10%, a mesma do ajuste anterior.

A agenda doméstica esteve esvaziada nesta quarta, possibilitando aos investidores a se concentrarem em fatores técnicos, que, por sua vez, têm como pano de fundo o otimismo com os fundamentos domésticos.

"O prêmios da curva curta estavam muito comprimidos e essa constatação deu a senha para a zeragem de investidores vendidos que vinham apostando em possíveis novos cortes da Selic (depois de março). Isso acabou gerando também alta nos vencimentos médios e desinclinação dos longos", resumiu o trader de renda fixa da Quantitas Asset Matheus Gallina.

No exterior, os dados da inflação nos Estados Unidos dentro do previsto e a queda inesperada das vendas no varejo reforçaram a visão dos agentes de gradualismo na política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e chegaram a animar o mercados, além de indicadores fortes da indústria da China.

Porém, a decisão do presidente norte-americano Donald Trump de reduzir em US$ 100 bilhões o déficit comercial com a China e notícia de que poucos produtos devem ser excluídos das tarifas de importação de aço e alumínio trouxeram cautela ainda pela manhã. Os juros futuros atingiram as máximas, levando a ponta longa para a estabilidade.

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