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CONSTRUÇÃO CIVIL

Sindicatos da construção civil repudiam intenção de prefeito de usar Exército para executar obras

Além da construção civil, a parceria da prefeitura com o Exército, segundo o presidente da Sintracom, Abelha Neto, provoca prejuízos também para o comércio da cidade.

11 janeiro 2016 - 16h16
HVM

A intenção do prefeito de Campo Grande Alcides Bernal de contratar o Exército para a execução de obras de recapeamento asfáltico da cidade, em lugar de empreiteiras que gerariam emprego e renda para dezenas de trabalhadores, foi repudiada por dois sindicatos de Campo Grande, o Sintracom (Sind. dos Trab. Nas Indústrias da Construção Civil e do Mobiliário de Campo Grande) e o SinticopMS (Sind. dos Trab. Nas Ind. Da Constr. Pesada e Afins de MS).

“Isso é um absurdo! Precisamos gerar emprego e renda em nossa cidade. Ainda mais nesse período de crise nacional”, afirmou José Abelha Neto, presidente do Sintracom. Ele afirmou que a medida de Bernal é contrária aos interesses de centenas de famílias que contam com a oportunidade de emprego nesse período de crise.

Além do setor da construção civil, essa parceria da prefeitura com o Exército, segundo Abelha Neto,  provoca prejuízos também para o comércio de Campo Grande, “pois os recursos injetados na construção civil acabam aquecendo as vendas e, consequentemente mantendo os empregos também nesse setor que enfrenta dificuldades”, afirmou o sindicalistas.

Abelha Neto e o presidente do Sinticop/MS, Walter Vieira, pedem que o prefeito Alcides Bernal pondere sobre essa decisão e volte atrás em benefício de famílias de desempregados da construção civil de Campo Grande.

 

 

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