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ECONOMIA

Saída sem turbulências de programa de estímulos é possível, diz Kuroda

A inflação muito abaixo da meta de 2% do BoJ, porém, mostra que ainda é muito cedo para discutir o momento ou mais detalhes da estratégia de saída, acrescentou Kuroda

14 março 2018 - 07h16
Em janeiro, o núcleo da inflação japonesa, que exclui alimentos, subiu 0,9% na comparação anual
Em janeiro, o núcleo da inflação japonesa, que exclui alimentos, subiu 0,9% na comparação anual - Foto: Agência CMA

O presidente do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês), Haruhiko Kuroda, afirmou nesta quarta-feira que a instituição poderá reverter seu programa de relaxamento monetário sem afetar os mercados. Ele notou, porém, que não deve adotar uma ação do tipo no curto prazo.

"Ao deixar nossos bônus vencerem ou fazermos reinvestimentos, a depender da situações no momento de uma saída, é possível reduzir nosso balanço, garantindo a estabilidade nos mercados", afirmou Kuroda. Ele disse que o banco central poderia usar as operações de mercado para absorver financiamento ou elevar a taxa de depósito, na hora que o BoJ decidir apertar as condições monetárias.

A inflação muito abaixo da meta de 2% do BoJ, porém, mostra que ainda é muito cedo para discutir o momento ou mais detalhes da estratégia de saída, acrescentou Kuroda.

Ao longo dos últimos meses, os mercados têm sido muito sensíveis a qualquer indicação de que poderia indicar uma potencial mudança política pelo banco central japonês. Para minimizar essa especulação, Kuroda tem dito que o BoJ não deve reduzir seu agressivo programa de relaxamento antes que seja atingida a meta de inflação de 2%.

Em janeiro, o núcleo da inflação japonesa, que exclui alimentos, subiu 0,9% na comparação anual..

Rubeola
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