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ECONOMIA

Projeção para crescimento da carteira de crédito do SFN é de 3,0% em 2018, diz BC

12 junho 2018 - 08h39

O Banco Central registrou no Relatório de Economia Bancária (REB), divulgado na manhã desta terça-feira, 12, que suas projeções apontam para crescimento do crédito em 2018.

"Projeta-se crescimento de 7,0% para o saldo de crédito para as pessoas físicas e queda de 2,0% para o saldo das pessoas jurídicas", informou o BC no relatório. "Assim, a projeção de crescimento da carteira total de crédito do Sistema Financeiro Nacional SFN é de 3,0% em 2018."

No relatório, o BC também defendeu que, mesmo que as reduções da Selic (a taxa básica da economia) sejam repassadas integralmente para o custo de captação e para as taxas de juros das operações de crédito, a queda nos juros do crédito a famílias e empresas em termos porcentuais será menor do que a da taxa Selic. Isso ocorre, conforme o BC, porque a Selic é apenas "um dos ingredientes na formação do custo do crédito".

"E, quanto menor for a participação da Selic no custo do crédito, como no caso de modalidades com altas taxas de inadimplência, menor será o impacto em termos percentuais", pontuou o BC.

Tendo como referência o Indicador de Custo de Crédito (ICC) - índice que reflete a taxa de juros média efetivamente paga pelo brasileiro nas operações de crédito contratadas no passado e ainda em andamento -, o BC cita uma "importância relativa" de cada componente no custo de crédito.

"Uma analogia para se entender a decomposição envolve a receita de um bolo, cujas fatias representam a importância de cada ingrediente no seu preço final. Essa analogia ajuda a entender como deve mudar a taxa de juros do crédito preço do bolo quando se varia o valor de apenas um de seus componentes ingredientes", comparou o BC. "Resta claro que o efeito de mudanças no valor de determinado componente sobre o custo total do crédito depende de sua importância relativa. Se o valor de um componente muito importante se reduz pela metade, seu impacto no custo do crédito será relevante. Se o mesmo ocorre com um componente de pouca importância, o impacto no custo final será pequeno."

O Relatório de Economia Bancária (REB), publicado nesta terça pelo BC, busca jogar luz sobre a questão dos spreads e dos juros cobrados de consumidores e empresas no Brasil. O tema tem sido alvo de discussões no Congresso, nos meios acadêmicos e no próprio mercado financeiro.

A partir de agora, o relatório será publicado anualmente. O último REB havia sido divulgado no fim de 2015. Às 11h desta terça, o diretor de Política Econômica, Carlos Viana de Carvalho, concederá entrevista coletiva sobre o documento.

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