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ECONOMIA

Para Maggi, Carne Fraca de 2017 foi um 'terror' e, em 2018, está mais leve

Maggi avaliou que as reações internacionais, que por vezes dificultam o acesso de produtos brasileiros a determinados mercados, são normais

12 março 2018 - 12h28
Segundo ele, o trabalho do governo é buscar alternativas para a inserção desses produtos e trabalhar pela abertura de mais mercados
Segundo ele, o trabalho do governo é buscar alternativas para a inserção desses produtos e trabalhar pela abertura de mais mercados - Foto: Canal Rural

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, repetiu nesta segunda-feira, 12, que o governo passou com mais tranquilidade pela terceira fase da Operação Carne Fraca da Polícia Federal, na semana passada, em comparação com o ano passado, quando as investigações chegaram a paralisar as exportações para diversos países.

"Outros países querem se aproveitar das nossas falhas. A Carne Fraca do ano passado foi um terror; este ano esta mais leve. Nos antecipamos dessa vez e enviamos informações a todos os nossos parceiros comerciais", voltou a dizer o ministro, no evento Gazeta Agro.

Maggi avaliou que as reações internacionais, que por vezes dificultam o acesso de produtos brasileiros a determinados mercados, são normais. Segundo ele, o trabalho do governo é buscar alternativas para a inserção desses produtos e trabalhar pela abertura de mais mercados.

"Não temos medo de competir com ninguém no mundo, não perdemos para ninguém em competitividade e preço. Mas reações de mercado são normais e temos de entender. Se a China aceitar todos os produtos brasileiros, quebra o pequeno produtor chinês. Temos de procurar alternativas, porque não há como vendermos tudo que queremos", concluiu.

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