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ECONOMIA

MS encerra Julho com balança comercial favorável

O superávit foi de US$ 2 bilhões nas exportações, um aumento de 40%

9 agosto 2018 - 15h53Da redação com assessoria
As exportações da soja ampliaram de US$ 1,122 bilhão para US$ 1,444 bilhão, quando analisado o desempenho de janeiro a julho de 2018
As exportações da soja ampliaram de US$ 1,122 bilhão para US$ 1,444 bilhão, quando analisado o desempenho de janeiro a julho de 2018 - Foto: Reprodução AGÊNCIA BRASIL

A soma de tudo que as empresas de Mato Grosso do Sul venderam para outros países entre janeiro e julho deste ano totalizou US$ 3,541 bilhões, enquanto as importações ficaram em US$ 1,525 bilhão (incluindo a compra do gás boliviano). A diferença entre um total e outro apura o superávit da balança comercial, que chega a US$ 2.015.643.000,00 no acumulado até julho, e representa um aumento de 40,02% em relação ao apurado no mesmo período do ano passado (US$ 1.439.489.000,00).

Os dados são da Carta de Conjuntura elaborada pela Coordenadoria de Economia e Estatística da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), com base em informações do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O gráfico mostra um forte crescimento das exportações sul-mato-grossenses impulsionadas pela safra recorde de soja do ano passado e a inauguração da nova fábrica de celulose em Três Lagoas, conforme análise do secretário da Semagro, Jaime Verruck.

“Desde março temos um crescimento contínuo no saldo das exportações, com destaque para a soja em grão, nosso principal produto. Decorre do aumento do volume de produção do ano passado, quando tivemos mais uma safra recorde. Ao mesmo tempo a celulose apresenta um dos maiores crescimentos de vendas devido à abertura da nova fábrica, em setembro do ano passado. Isso significa que até setembro a celulose vai aparecer com crescimento elevado de exportações, depois estabiliza”, explicou.

As exportações da soja ampliaram de US$ 1,122 bilhão para US$ 1,444 bilhão, quando analisado o desempenho de janeiro a julho de 2018 em relação ao mesmo período do ano passado. A variação é de 28,68%. Já o valor das exportações de celulose dobrou: de US$ 536 milhões para US$ 1,097 bilhão, aumento de 107,27%. Óleos e gorduras vegetais e animais (107,27%), minério de ferro (53,9%) e milho em grão (48,79%) são outros destaques positivos de crescimento entre os 10 principais produtos de exportação do Estado, embora esses três itens não ultrapassem 7% da soma geral de tudo que o Estado vende para outros países.

Tanto a soja quanto a celulose sul-mato-grossenses têm no mercado chinês o principal cliente. E o país asiático ainda aumentou sua participação no mercado estadual, de 42,34% para 52,47%. A Argentina continua em segundo e também ampliou a fatia, de 6,24% para 7,13%. A reativação do porto de Murtinho e os incentivos para embarque a partir de Ladário tiveram influência direta nesses índices, ressalta Jaime Verruck.

Os destaques negativos da Carta de Conjuntura de julho são as exportações de carnes de aves, com queda de 19,5% e do açúcar (-69,98%). Com relação a esse último produto, o secretário Jaime Verruck entende que se trata de ajuste do mercado e não traz preocupação. “Essa é uma questão de conjuntura internacional, há uma superoferta do produto, por isso o empresário prefere direcionar para o mercado interno”. Já com relação à carne de aves a situação é diferente e mais séria. As restrições da União Europeia derrubaram as exportações do produto no país todo. “E não há demanda interna crescente, isso preocupa no médio e longo prazo toda a cadeia produtiva de aves”.

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