06 de junho de 2020 Grupo Feitosa de Comunicação
(67) 99974-5440
(67) 3317-7890
jbs
BAIXO CONSUMO

MS é o estado que mais diminuiu o consumo de energia no período de isolamento social

Conforme os dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCE, houve uma queda de 12% no consumo

22 abril 2020 - 17h00Carlos Ferreira
Os dados são preliminares e comparam o período entre 18 de março e 10 de abril com as semanas de 1º a 17 de março, antes do início da quarentena
Os dados são preliminares e comparam o período entre 18 de março e 10 de abril com as semanas de 1º a 17 de março, antes do início da quarentena - Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Mesmo com a recomendação para as pessoas permanecerem em casa devido a pandemia, o MS foi o estado do Centro-Oeste que teve o maior índice de redução no consumo de energia neste período.

Conforme os dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCE, houve uma queda de 12% no consumo. Os dados são preliminares e comparam o período entre 18 de março e 10 de abril com as semanas de 1º a 17 de março, antes do início da quarentena.

Estados como MT e GO, apresentaram uma média de 9% e 4%, respectivamente. O DF reduziu em 7% o volume consumido.

Em casa - No feriado de Tiradentes (21), a maioria dos sul-mato-grossenses optaram por ficar em casa. Conforme dados do aplicativo In Loco, pelo menos 56,1% preferiu ficar em suas residências. Com uma recomendação de isolamento para evitar a propagação do coronavírus, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) indica no mínimo que 70% permaneçam em casa.

Sete cidades de MS registram o indicado: Paranhos com 85,4%, Taquarussu com 74,9%, Corguinho com 71,8%, Ladário com 71,1%, Anaurilândia com 70,8%, Aral Moreira com 70,7% e Jateí com 70,4%.

Já os piores índices de isolamento social foram registrados nas cidades de Antônio João com 47,8%, Jardim com 48,6%, Nioaque com 49,7%, Caarapó com 51,8%, e Tacuru com 51,8%. Campo Grande tem se mantido entre 41% e 55%.

Pelo Brasil - No País, a queda no consumo de energia foi de 10%, conforme Sistema Interligado Nacional entre os dias 18 de março e 03 de abril. Já no Ambiente de Contratação Livre (ACL), a queda foi de 14%, ao passo que no Ambiente de Contratação Regulada (ACR), a demanda diminuiu 9%, queda menor pela redução da continuidade do consumo da classe residencial.

O Sudeste/Centro-Oeste teve retração de 9% na demanda média das três semanas de isolamento social, na comparação com a média das duas semanas antes das restrições, passando de 38.606 MW médios para 35.321 MW médios.

A indústria automotiva foi o segmento da economia que teve a maior queda no período, de 53%. Já o têxtil apresentou redução de 40%. Em seguida, destaca-se o setor de serviços, com redução de 34%. Manufaturados reduziram a demanda em 26%, enquanto o setor de minerais não-metálicos e o comércio tiveram queda de 19% e 13%, respectivamente.

ABRASEL - FIEMS

Últimas Notícias

ver todas as notícias

Enquete

Você é a favor do adiamento das eleições municipais?

Votar
Resultados
FORT ATACADISTA INTERNO