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ECONOMIA

Juros estão em nível apropriado e atingiremos meta para inflação, diz Kuroda

Segundo ele, o banco central poderia ter o mesmo grau de efeito sobre a economia ao manter os juros baixos, com um montante maior de compras de bônus do governo.

7 dezembro 2017 - 06h51
Eu gostaria de enfatizar que o controle na curva de juros é elaborado para ser altamente sustentável, comentou.
"Eu gostaria de enfatizar que o controle na curva de juros é elaborado para ser altamente sustentável", comentou. - japantimes.co.jp

O presidente do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês), Haruhiko Kuroda, afirmou nesta quinta-feira que o banco central considera o nível apropriado das taxas de juros e dos retornos baseando-se nos empréstimos bancários e nas taxas de emissões de bônus, nas condições econômicas e na capacidade dos bancos de realizar suas funções básicas de empréstimo.

Kuroda disse que as atuais taxas de juros - em -0,1% para a taxa de curto prazo e cerca de zero para o retorno do bônus de 10 anos do governo japonês - são apropriadas, embora a forma desejada da curva de juros possa mudar, dependendo desses fatores citados acima. As declarações vêm em resposta a uma série de questões de analistas sobre sua menção recente à taxa reversa - o ponto em que juros excessivamente baixos do banco central prejudicariam o setor bancário e minariam a política monetária acomodatícia.

Embora Kuroda tenha expressado certa preocupação de que os bancos regionais possam ter dificuldades de lidar com o aperto nos lucros causados pelos juros baixos no longo prazo, ele pareceu confortável com a perspectiva atual para o relaxamento. "Eu gostaria de enfatizar que o controle na curva de juros é elaborado para ser altamente sustentável", comentou. Segundo ele, o banco central poderia ter o mesmo grau de efeito sobre a economia ao manter os juros baixos, com um montante maior de compras de bônus do governo.

A inflação segue bem abaixo da meta de 2% do BoJ, mas Kuroda confia que a política mais relaxada ajudará o Japão a atingir essa meta. O dirigente acredita que as companhias devem gradualmente elevar salários e preços. 

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