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ECONOMIA

Investimentos do Estado no carnaval se revertem em renda a pequenos comerciantes da Capital

Secretaria de Estado de Cultura estima que cada R$ 1 investido nas festas movimente R$ 7 na economia dos municípios

11 fevereiro 2018 - 23h43
Em Campo Grande, comerciantes que se credenciaram para trabalhar na Esplanada Ferroviária e na Praça do Papa comemoram o aumento nas vendas dessa época do ano
Em Campo Grande, comerciantes que se credenciaram para trabalhar na Esplanada Ferroviária e na Praça do Papa comemoram o aumento nas vendas dessa época do ano - Foto: Chico Ribeiro

O aporte de recursos feito pelo Governo do Estado para garantir a realização da folia de carnaval em diversos municípios sul-mato-grossenses tem refletido na movimentação da economia local. Em Campo Grande, comerciantes que se credenciaram para trabalhar na Esplanada Ferroviária e na Praça do Papa comemoram o aumento nas vendas dessa época do ano.

Com um food truck recém-montado, o casal Fábio Moreira, de 43 anos, e Júlia Ávila, de 48 anos, esperava vender cerca de 1.000 pasteis no desfile dos blocos, no domingo (11). “A gente gosta do carnaval e uniu as duas coisas”, explica ela. Para o casal, o apoio dado pelo governo acaba sendo diretamente revertido para o comércio local. “Faz o dinheiro circular”, comenta Júlia.

Aos 26 anos, a comerciante Tamires Domingos não só aproveitou para lucrar como gerou oito postos de trabalho com as vendas de carnaval. Os funcionários temporários ajudam com as vendas de cachorro quente, algodão doce e lanches diversos. “Trabalho com comércio e todo ano no carnaval acho muito importante o apoio do Estado porque ajuda a incentivar ainda mais”, afirmou.

Entre os colaboradores estava Joshua de Lima, de 20 anos, que aguarda essa época do ano para ganhar dinheiro extra. “Posso escolher ganhar a diária ou comissão do que eu vendo, depende do movimento. Esse dinheiro ajuda no orçamento”, explica.


Nadir Pinheiro, de 51 anos, também foi credenciada para trabalhar na festa. Com seu carrinho de pipoca, ela contou que as vendas do período de carnaval ajudam a complementar a renda. São cerca de R$ 300 reais por dia de evento. “Já fico esperando essa época do ano”, comenta.

Geração de renda

Secretário de Estado de Cultura e Cidadania, Athayde Nery avalia que investir no carnaval significa investir nas pessoas. Isso porque, além de proporcionar lazer e qualidade de vida, a folia movimenta desde o hotel mais luxuoso ao carrinho de pipoca de Nadir.

“É uma festa que resgata a cultura, com música e dança, e que estimula a economia do Estado. É impressionante o que movimenta nos postos de gasolina, restaurantes, vestuário, em vários setores. A cada R$ 1 de investimento gera R$ 7 na economia. Vale a pena investir no Carnaval e o que precisamos é profissionalizar cada vez mais”, afirma.

 

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