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ECONOMIA

Bolsas europeias sobem sob silêncio na guerra comercial entre EUA e China

13 julho 2018 - 13h42

As principais bolsas da Europa fecharam em alta nesta sexta-feira, 13, ajudadas por ganhos setoriais amealhados diante da ausência de novidades no front da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China. Até por isso, investidores buscaram sinalizações na coletiva de imprensa na Inglaterra a que compareceram juntos o presidente americano, Donald Trump, e a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May. O que encontraram foi mais uma contradição do ocupante da Casa Branca, que ao lado da britânica prometeu buscar um acordo comercial com Londres após o Brexit, mas já havia declarado em entrevista ao The Sun que uma saída "suave" da União Europeia "mataria" qualquer entendimento com Washington.

O índice pan-europeu Stoxx 600 avançou para os 385,03 pontos, com alta diária de 0,17% e semanal de 0,70%. Foi superado pelo subíndice de automóveis e autopeças, que registrou ganho de 0,74% neste pregão.

Observando as flutuações da libra ante o dólar durante os arremates de Trump, o FTSE 100, da Bolsa de Londres, encerrou aos 7.661,87 pontos, mais alto 0,17% na comparação diária e 0,58% na semanal. A apenas ligeira ascensão se justifica nas variações pouco expressivas das blue chips desta praça, como Glencore (-0,32%), Vodafone (-0,58%), BP (-0,11%) e Barclays (+0,09%).

Na Bolsa de Frankfurt, o DAX 30 subiu 0,38%, para os 12.540,73 pontos, com variação semanal de +0,36%. No setor automotivo, Continental ganhou 0,85%, Daimler teve alta de 0,16% e Volkswagen variou +0,77% e BMW avançou 0,31%. A mídia alemã informa que esta última montadora está perto de aumentar a fatia na sua joint venture chinesa dos atuais 50% para pelo menos 75%, num acordo visto como positivo pelo analista do Deutsche Bank Tim Rokossa.

O CAC 40, da Bolsa de Paris, fechou com ganho de 0,43%, aos 5.429,20 pontos, subindo 0,99% na semana. O Credit Agricole viu suas ações avançarem 1,11%, mas as do Carrefour caíram 0,34%.

Em Milão, o FTSE MIB teve alta de 0,47%, para os 21.892,35 pontos - na semana, contudo, perdeu 0,15%. Os papéis do Banca Carige escalaram 2,35%, destoando da baixa de 0,33% do UniCredit. Os do Juventus Football Club deram novo salto, desta vez de 3,14%, ainda na esteira da contratação de Cristiano Ronaldo.

Na Bolsa de Madri, o Ibex 35 recuou 0,33%, para os 9.734,80 pontos, com perda semanal de 1,72%, enquanto o PSI 20, que encerrou aos 5.619,49 pontos, cedeu 0,26% na comparação diária e avançou 0,35% na semanal.

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