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ECONOMIA

Bolsas de NY fecham em alta pela 3ª sessão seguida com apoio de bancos

13 fevereiro 2018 - 19h34

As bolsas de valores dos Estados Unidos fecharam em alta pela terceira sessão seguida nesta terça-feira, 13, ainda se recuperando de duas semanas de forte queda, com o apoio das ações dos setores financeiro.

O índice Dow Jones fechou em alta de 0,16%, aos 24.640,45 pontos; o S&P 500 subiu 0,26% para 2.662,94 pontos; e o Nasdaq ganhou 0,45% encerrando aos 7.013,51 pontos.

As bolsas começaram o dia em queda e permaneceram em território negativo até o meio da tarde, quando ações de bancos passaram a impulsionar os índices. Apesar disso, nos níveis atuais, o mercado de ações norte-americano ainda amarga perdas de cerca de 7% desde a máxima do ano no mês passado.

O setor financeiro foi o que apresentou o melhor resultado nesta terça-feira, avançando 0,5% no S&P 500, mas 9 dos 11 setores do índice apresentaram ganhos.

O Wells Fargo viu seus papéis saltarem 2,7% após o diretor executivo do banco, Timothy Sloan, garantir aos investidores que a limitação de seus ativos pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) não deve prejudicar a empresa. Além disso, as ações do Goldman Sachs subiram 0,9%.

Entre os setores que viram novas perdas estão os de Materials e Energia. As petroleiras americanas se viram prejudicadas pelo recuo dos preços do petróleo nas últimas semanas diante do aumento da produção americana, bem como dos estoques da commodity e do número de plataformas em atividade no país. A Chevron fechou em queda de 0,61% e a ExxonMobil perdeu 0,16%.

Agora os investidores estarão atentos a novos dados de inflação a serem divulgados nesta quarta-feira, 14, pelos EUA, para terem alguma pista de como o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) deve apertar sua política monetária nos próximos meses.

Novas evidências de inflação devem prolongar a onda de vendas no mercado acionário, assim como o crescimento dos salários em janeiro pressionou os bônus americanos antes da correção na semana passada, de acordo com analistas.

"Nunca um índice mensal de inflação recebeu tanta atenção", disse Leo Grohowski, da BNY Mellon Wealth Management. Os traders e os investidores orientados no curto prazo estão relutantes em fazer grandes apostas antes da divulgação", completou. (Com informações da Dow Jones Newswires)

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