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ECONOMIA

Bolsas da Europa fecham em alta com PIB da China e balanços corporativos

17 abril 2018 - 12h52

Os mercados europeus fecharam em alta no pregão desta terça-feira, 17, amparados principalmente pelo fôlego conferido a ações do setor de matérias-primas pelo crescimento ligeiramente acima do esperado da economia da China. Além disso, investidores do continente parecem estar recebendo bem o início da temporada de divulgação de balanços corporativos.

Nas últimas horas de segunda-feira, o Escritório Nacional de Estatísticas da China revelou que o Produto Interno Bruto (PIB) do país avançou 6,8% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, mais que a projeção de alta de 6,7% de analistas consultados pelo Wall Street Journal.

Ainda na agenda de indicadores, o índice de expectativas econômicas da Alemanha medido pelo instituto alemão ZEW caiu de 5,1 em março para -8,2 em abril, enquanto analistas previam queda bem menor do indicador, a -3. O chamado índice para as condições atuais, também do ZEW, recuou de 90,7 em março para 87,9 em abril. Neste caso, a projeção do mercado era de redução maior, a 87.

Diante desse cenário, o índice acionário pan-europeu Stoxx 600 teve nesta terça avanço de 0,80%, para os 380,77 pontos. O subíndice de matérias-primas, em que predominam ações de mineradoras, subiu 1,33%.

Na Bolsa de Londres, o FTSE 100 encerrou com ganho de 0,39%, aos 7.226,05 pontos. Entre papéis do setor de mineração amparados pelo PIB chinês, os da Anglo American tiveram alta de 2,33%, os da Glencore subiram 1,42% e os da Rio Tinto somaram 1,21%.

Já a multinacional de varejo e processamento de alimentos Associated British Foods, apesar de relatar uma queda de 30% no lucro do primeiro semestre fiscal, viu suas ações dispararem 4,14% com a projeção pelo grupo de que o lucro da varejista Primark, controlada pelo conglomerado, deve crescer no segundo semestre fiscal.

Em Frankfurt, o DAX 30 fechou em alta de 1,57%, aos 12.585,57 pontos. Os dados desfavoráveis do ZEW não abalaram investidores da praça alemã, amplamente fortalecida pela alta de 1,40% das ações da Siemens, uma das que mais pesam no índice de referência. Na avaliação do banco UBS, a divisão de negócios industrial do conglomerado está "subvalorizada" pelo mercado. A casa suíça mantém recomendação de compra para o papel.

O pregão também foi proveitoso para a química e farmacêutica Bayer e a siderúrgica thyssenkrupp, cujas ações avançaram 2,76% e 2,43%, respectivamente.

O CAC 40, da Bolsa de Paris, registrou alta de 0,76%, aos 5.353,54 pontos. Mais cedo, o grupo Casino Guichard-Perrachon, controlador do Grupo Pão de Açúcar no Brasil, divulgou que suas vendas globais totalizaram 8,9 bilhões de euros no primeiro trimestre de 2018, representando alta de 3,1% ante igual período do ano passado em termos orgânicos. As ações da multinacional varejista subiram 1,26%.

Em Madri, o Ibex 35 avançou 0,39%, para os 9.803,90 pontos. A distribuidora de energia Iberdrola viu suas ações ganharem 0,84% neste pregão, enquanto as da seguradora Mapfre subiram 1,08%.

O FTSE MIB, da Bolsa de Milão, fechou em alta de 1,37%, aos 23.649,04 pontos. Os balanços dos grandes bancos americanos turbinaram a compra de ações das instituições financeiras italianas. As do Banca Carige escalaram 2,44%, as do Banco BPM avançaram 2,91% e as do UniCredit subiram 2,14%.

Já o PSI 20, da Bolsa de Lisboa, encerrou com avanço de 0,08%, aos 5.458,30 pontos.
(Com informações da Dow Jones Newswires - nicholas.shores@estadao.com)

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