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ECONOMIA

Aposta em alta da Selic perde força, juros curtos fecham em baixa e longos sobem

12 junho 2018 - 16h14

Os juros futuros de curto prazo fecharam a terça-feira, 12, em queda nos contratos de curto prazo, perto da estabilidade nos vencimentos intermediários e em leve alta na ponta longa. O desenho reflete tanto o alívio da precificação da elevação da Selic na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) em junho, que desloca a pressão de alta dos curtos para os contratos longos, quanto a cautela dos investidores em meio à agenda pesada da semana - que tem como destaque a decisão de política monetária nos Estados Unidos -, além da volatilidade no câmbio.

A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 encerrou a 7,150%, de 7,196% no ajuste anterior, e a do DI para janeiro de 2020 encerrou em 8,67%, de 8,65%. A taxa do DI para janeiro de 2021 subiu de 9,66% para 9,73% e a do DI para janeiro de 2023, de 11,14% para 11,19%.

O noticiário nesta terça mais uma vez não trouxe destaques, tampouco a agenda doméstica, o que manteve o câmbio como um dos referenciais para o mercado de juros.

A moeda norte-americana alternou altas e baixas ao longo do dia, refletindo basicamente as atuações do Banco Central e o exterior. Às 16h28, no segmento à vista, a moeda subia 0,19%, aos R$ 3,7152.

Segundo profissionais, de maneira geral, as condições técnicas do mercado de renda fixa seguem ruins, repelindo potenciais vendedores na curva. "Hoje o mercado não está indo para lugar nenhum, mas ficar aplicado é desconfortável. Se é para perder, melhor perder ficando comprado", disse um gestor.

Na ponta curta, o discurso do BC de que tem munição pesada para atuar no câmbio tem segurado o dólar e enfraquecido a ideia de aperto monetário na semana que vem. Na curva, a precificação para a Selic em junho já mostra o retorno das apostas na manutenção do patamar de 6,50%, que haviam sumido nas últimas semanas.

Rubeola
TJMS – Campanha do TJMS – SEMANA NACIONAL DA RECONCILIAÇÃO