14 de novembro de 2018 Grupo Feitosa de Comunicação
(67) 99974-5440
(67) 3317-7890
FULLBANNER-DOE-ORGAOS 1260X120  campanha “DOAÇÃO DE ÓRGÃOS
ECONOMIA

Alta do dólar não deve ser tomada com surpresa, diz presidente do BNDES

14 setembro 2018 - 11h16

A alta para perto de R$ 4,20 do dólar observada na quinta-feira, 13, não deve ser tomada com surpresa, já que esse é um evento recorrente nos processos pré eleitorais. A avaliação é do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Dyogo de Oliveira, realizada nesta sexta-feira, 14, na abertura do Fórum Brasileiro das Incorporadoras, promovido pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), em São Paulo.

"Se atualizarmos o câmbio de 2002, daria a mais de R$ 8,00. O que estamos assistindo é 50% do nível de estresse de 15 anos atrás e isso mede a evolução que tivemos enquanto economia e País", citou Oliveira.

De acordo com ele, o comportamento não é minimamente comparável com o que o País viveu nas últimas cinco décadas, "em que a economia tinha dependência de uma ou duas commodities agrícolas, para uma economia ainda de commodities mas diversificada".

Oliveira relembrou que o Brasil convive com equilíbrio da balança, reservas internacionais, inflação controlada e um regime institucional sólido.

"O impacto da eleição nas nossas vidas e decisões econômicas é menor, porque já avançamos em várias pautas, o que fará com que nenhum dos candidatos ande para trás em pautas já consolidadas", previu.

De acordo com ele, qualquer que seja o presidente eleito, haverá continuidade aos grandes avanços obtidos, embora "cada um deva colocar seu encaminhamento, pode ter mais ou menos impacto no crescimento".

Últimas Notícias

ver todas as notícias

Enquete

Você está animado com a transição para um Governo Bolsonaro?

Votar
Resultados